sexta-feira, 20 de setembro de 2013

O lelê, o lalá, Toscano vem aí e o bicho vai pegar

A semana teve tantas mudanças, reviravoltas no Scarpelli, que até o preço dos ingressos foi reduzido pela metade. Quem diria, heim? Deve ser por isso que o tempo mudou radicalmente. Chove sem parar na cidade e em todo o estado. Só que tal procedimento, assim como inúmeros outros, demorou demais para ser posto em prática. Aliás, tudo demora, caminha a passos largos no Figueirense, como demissão de dirigentes, contratação de jogadores e, agora, redução nos valores dos ingressos.
 
No que diz respeito ao time, se por um lado teremos o desfalque do "craque" André Rocha, contaremos com o reforço do "fenômeno" Marcelo Toscano, o Cristiano Ronaldo do Estreito. Os zagueiros do Paraná estão com insônia, não conseguem dormir direito tamanha preocupação. Já os reforços Nirley e Zé Roberto, enfim, devem começar entre os titulares.
 
O que esperar deste jogo? Não sei. Como o futebol é o esporte mais imprevisível de todos, tudo é possível: vitória do Figueirense, goleada, derrota etc. Espero, apenas, que os novos reforços deem um pouquinho mais de qualidade ao time, até porque as últimas apresentações do Figueirense foram ridículas.

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Saiu... Mas saiu mesmo?

... e Marcos Moura Teixeira, o cidadão mais "amado" de todos os tempos pela torcida do Figueirense, muito mais amado do que Fernandes, Wilson, Edmundo etc, "infelizmente" não é mais o vice-presidente do clube. Uma perda sem precedentes. Estamos muito tristes e incrédulos com a notícia.

Motivo para soltar foguetes até a metade do ano que vem? Nem tanto. Da última vez que MMT saiu do Figueirense, meses depois ele acabou voltando ao clube com muito mais poderes do que tinha anteriormente. Portanto, meus caros, não duvidem se daqui a algum tempo ele retornar, pasmem, como presidente. Diz duvida?!

Por outro lado, caso MMT tenha definitivamente se desligado do Figueirense, enfim, encerra-se de uma vez por todas um relacionamento que deveria ter acabado há muito tempo, ou melhor, que jamais, em hipótese alguma deveria ter acontecido.

Mas ficarei com os pés atrás, até porque sempre achei que o MMT mandava mais que o presidente. Agora, fora dos holofotes, as chances dele continuar mandando no clube, digamos, ficou mais tranquila. Para ele, claro.

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Os problemas vêm de fora do campo

A fase que o Figueirense está passando é extremamente preocupante, tanto dentro como fora de campo. As notícias infelizmente não são nada boas. Trata-se de uma das piores temporadas da história do clube. Há muito tempo o torcedor alvinegro não demonstrava tamanho desprezo. O descredito é enorme, algo fora do comum.

Percebe-se claramente que o descontentamento não é nem em relação ao time (os jogadores são fracos, eles não têm culpa de terem sido contratados), e sim com aqueles que estão por trás dos holofotes. O vice-presidente de futebol, Marcos Moura Teixeira, por exemplo, é uma pessoa que não carrega consigo a simpatia dos torcedores, imprensa, dirigentes, comissão técnica e, inclusive, dos próprios jogadores, entretanto, permanece firme e forte em seu cargo, e cada vez mais poderoso.

Após o término do jogo contra o América/MG, um ouvinte disse ao vivo na rádio CBN que não compreendia a paixão do presidente com o vice-presidente de futebol do clube: "Eu tenho a impressão que o MMT hipnotizou o Wilfredo. Só isso pode explicar a permanência dele no Figueirense até hoje."

Tinha pensado em escrever algo sobre o coordenador de futebol, Leandro Niehues (agora, ex-coordenador), porém, acabei de saber que ele fora demitido. Eu não entendia muito bem o que este cidadão fazia no Figueirense, o papel, a função dele perante o grupo de jogadores. Ele era uma especie de peso morto, que não tinha utilidade alguma. Já foi tarde!

Um dos fatos geradores da sua demissão, além da enorme incompetência, deve ter sido o episódio ocorrido em Natal. Durante o intervalo da partida contra o América/RN, o figura foi ao vestiário e soltou os cachorros para cima dos jogadores. O Eutrópio, treinador da equipe, permaneceu quieto, mudo, assistindo calado toda a bronca. Isso é coisa que se faça? Diga-se de passagem, o Figueirense perdeu aquele jogo por 2 a 0, placar obtido pelo adversário na segunda etapa. Coincidência?

O presidente do Figueirense precisa chamar a responsabilidade para si. No meu ponto de vista a solução dos problemas é mais simples do que se imagina. Em razão do curto espaço de tempo, no entanto, talvez eles não sejam resolvidos de imediato, mas pelo menos seriam aos poucos amenizados. O próximo que tem, deve e precisa receber uma passagem só de ida para bem longe daqui é o Marcos Moura Teixeira. É o que todos desejam. Tanto ele quanto o Leandro Niehues têm que ser substituídos o quanto antes por profissionais capacitados, de preferência, que conheçam o clube. Tem gente que faria estas funções de graça.

Está na hora, ou melhor, já passou da hora do presidente agir com pulso firme e começar a fazer algo realmente em prol do Figueirense. Caso contrário, o buraco, que já é extenso, vai acabar ficando ainda mais profundo. Nunca é tarde para admitir um erro.

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Tem que começar a pensar em 2014...

Depois de mais uma derrota humilhante, desta vez para o América/RN, principalmente da forma como ela ocorreu, cabe ao Figueirense a partir de agora pensar e começar a planejar a temporada do ano que vem, até porque, convenhamos, 2013 já era. Uma equipe que disputa 12 pontos contra quatro dos piores times da Série B (Guaratinguetá, ABC, ASA e América/RN) e ganha apenas 1 ponto, com todo respeito, tem que brigar é para não cair.

Planejamento é algo que não existe no Figueirense. Quatro titulares se lesionaram e nenhum jogador foi contratado de imediato para repor estas perdas. É incrível! Dentre os quatro que se lesionaram, dois eram os zagueiros titulares do time (Douglas e Thiego). A diretoria, no entanto, resolveu não contratar ninguém, e depositar todas as fichas em Gutti, Bruno Pires e Douglas Marques. Deu no que deu.

Vocês, meu caros amigos, por acaso assistiram os gols que o Figueirense tomou contra o América/RN? Num jogo entre times amadores não presenciamos tamanha atrocidade. Não dá para culpar o Eutrópio. Tanto ele quanto o Adilson são os menos culpados disso tudo, pois se eles não colocassem estas nabas em campo, quais jogadores estariam jogando no lugar deles? O Figueirense não tem elenco. Somente agora os "reforços" foram anunciados.

E logo mais tem jogo contra o América/MG... Se perder, empatar ou vencer não fará a menor diferença. Se der umas 700 pessoas no Scarpelli é muito. O torcedor não é tolo, por mais que insistam (diretoria) tratá-lo como tal.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Tem que vencer

Além de ter um time muito fraco (eu assisti o jogo deles contra o Time do Mangue), e de estar na penúltima colocação, o América/RN vem de derrota acachapante na competição. O time de Natal levou quatro buchas do Oeste, outro timinho horroroso, que também vai brigar até as últimas rodadas para não cair. O problema, no entanto, é que o Figueirense virou uma especie de Robin Hood, tirando pontos dos "ricos" e dando pontos para os "pobres". Empate contra Guaratinguetá, derrotas para Icasa, ASA, ABC...

O time titular dever ser o mesmo que começou o jogo contra o Bragantino na rodada passada. Se isso realmente acontecer, será a primeira vez em meses que o Figueirense repetirá uma escalação. A única dúvida fica por conta da entrada ou não do Maylson - que volta após cumprir suspensão automática - no lugar de Tinga. Eu manteria o mesmo time.

Conquistando uma vitória para cima do América/RN, dependendo dos resultados de outros jogos, o Figueirense pode acabar a rodada  no G4. Trata-se de uma combinação um pouco complicada de acontecer, mas totalmente possível. Tem que vencer esse jogo.

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Único time catarinense vitorioso na rodada

Foi sofrido, mas o importante é a conquista da vitória. No momento a imprensa e os torcedores não podem exigir mais do que isso. Quem sabe engatar uma boa sequência de vitórias, uma série de resultados positivos para, aí sim, cobrarmos um rendimento melhor da equipe.

O primeiro tempo do jogo de ontem foi muito bom. Dois gols feitos ao natural. O time do Bragantino não criou praticamente nada. No segundo tempo, entretanto, a produção dos jogadores alvinegros caiu bastante (boto isso na conta da péssima preparação física) e, em razão disso, o adversário tomou conta das ações; fez um gol e pressionou até o fim. Mas a sorte estava ao nosso lado. Três pontos cruciais e importantíssimos.

Os resultados dos outros jogos da rodada foram bons para o Figueirense. Aliás, os adversários vêm "ajudando" bastante nas últimas rodadas, o problema é que nós não estamos nos ajudamos. Se tivéssemos vencido apenas um dos jogos contra Guaratinguetá, ABC ou ASA, por exemplo, estaríamos hoje no G4.

Mesmo com todos os problemas que enfrentamos desde o início da Série B, como os inúmeros jogadores lesionados, a perda de meio time titular para o restante da temporada, troca de treinador, turbulência externa etc, podemos chegar a um consenso de que, apesar dos pesares, nos encontramos numa posição interessante, apenas dois pontos da zona de acesso.

Com os reforços que foram anunciados nos últimos dias, o treinador passando com isso a ter mais opções para poder trabalhar, e o time se entrosando aos poucos, podemos, sim, almejar algo melhor na competição.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Enfermaria Scarpelli

Douglas, Thiego, Ronaldo Tres, Willian Magrão e o reforço de última hora, Ricardo Bueno: faltam apenas seis jogadores para o departamento médico do Figueirense ter um time completo. Vamos que vamos! Até o final desta temporada o time estará completo.
 
Acho que os dirigentes alvinegros deveriam contratar o Lenny - que em 8 meses jogou apenas 10 minutos com a camisa do Figueirense - para ser o treinador desse time, até porque ele é PHD em lesões, conhece todos os caminhos de um departamento médico. Que tal?
 
Mudando de assunto, logo mais o Figueirense enfrenta o Bragantino pela última rodada do turno. Adversário fraco? Acho que não. Os paulistas têm a mesma pontuação que a nossa. A novidade no time titular fica por conta dos retornos de Volpi (até que enfim o Neneca foi para o banco), André Rocha, Bruno Pires, Wellington Saci e Nem.
 
Vamos rezar...

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Dia "D"

Em meio à disputa da série B, nesta noite os conselheiros decidirão o futuro do Figueirense. Em pauta, o novo Estatuto do clube, que vem sendo alvo de análises, discussões e inúmeros debates de dez entre dez torcedores alvinegros há muito tempo.

Antes da reunião, que está marcada para às 19:30, no Scarpelli, uma petição (a petição já foi assinada por mais de 2.3 mil torcedores) será entregue ao Conselho contendo três alterações em relação seu texto original: redução de oito para dois anos para ter o direito ao voto, eleições diretas e fim dos cargos vitalícios.

Pelo que se pode perceber no novo Estatuto a eleição não será tão direta assim. Se não é direta, do que adianta, então, o associado ter direito ao voto? Eu, torcedor do Figueirense, sócio do clube, podendo participar de uma votação, quero ter o direito de escolher o presidente, e não um grupo de pessoas que escolherão o novo presidente.

Democracia de mentira é tão ruim quanto uma ditadura. O futuro do Figueirense está em jogo. As pessoas passam, deixam seu nome na história de forma positiva ou negativa, no entanto, o clube fica. O torcedor tem que ser ouvido. O Figueirense precisa mudar, e mudar para melhor.

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

E eu não me aposento com um bom salário...

O time numa draga desgraçada e o diretor de futebol do Figueirense nos EUA tratando assuntos muito relevantes para o clube, como a parceria sabe-se lá do que com o Sporting Kansas City. Será que o MMT trará alguns jogadores de baseball ou de futebol americano lá da terra do Tio Sam para o Figueirense? Será que em troca Neneca, André Rocha, Gutti, Nem, Botti e Toscano vão para lá?

Enquanto isso, no Brasil, especificamente em Santa Catarina, mais precisamente em Florianópolis, os torcedores alvinegros lançaram uma petição pública requerendo algumas alterações no "novo" Estatuto, que de democrático não tem nada, e que provavelmente será aprovado quase que por unanimidade pelos conselheiros do clube. Clap, clap, clap, clap (isso significa uma salva de palmas).

A semana está bastante agitada; time perdendo, manda-chuva do futebol viajando, conselheiros decidindo onde será a festa de comemoração da aprovação do "novo" Estatuto... Do jeito que as coisas andam, daqui a pouco o perdidão Leandro Niehues anuncia os retornos do Bruno Perone e do Tadeu.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

A torcida mais pijama de SC

O meu amigo Gerson, Passional sofredor do Time do Mangue, veio esses dias com a história de que o Figueirense lançará o programa "Mais Torcedores", para, segundo ele, ocupar os enormes espaços vazios no estádio mais torto do Brasil.

Pois é! Estava cá com meus botões, conferindo a média de público da série B deste ano, e eis que dei de cara com o gráfico acima. Segundo consta, o time amador pelo qual ele torce, quer dizer, sofre, tem a menor média de público entre os quatro clubes catarinenses, com 3.666 almas penadas por jogo. Repito: A MENOR MÉDIA DE PÚBLICO ENTRE OS QUATRO CLUBES CATARINENSES NA SÉRIE B.

É bem verdade que nesta temporada estamos com uma média de público bem abaixo do normal, porém, apesar de todos os problemas, ainda assim colocados em torno de mil torcedores a mais do que eles por jogo. Além disso, no Scarpelli o ingresso mais barato é 50 pila, enquanto que naquele fim de mundo ao que parece é 30.

E não venham os bananas de pijamas do Carianos dizerem que o problema é a distância, os engarrafamentos, o vento sul, o barulho das turbinas dos aviões, o cheiro ruim do mangue ou as picadas dos mosquitos, muriçocas e pernilongos, pois tudo isso é história para boi dormir. Bando de caras de pau!