sexta-feira, 12 de abril de 2013

Tá, tá, é clássico também...


Já que no domingo enfrentaremos o Cri"ciúme", não venham, agora, os torcedores do time da cidade do carvão dizer que o jogo contra o Figueirense é um clássico. Pelo amor de Deus, parem por aí e não comecem, de novo, com essa baboseira. É um jogo comum, como outro qualquer, tipo Figueirense x Brusque ou Figueirense x Marcílio Dias, cuja rivalidade existe somente na cabeça de vocês, beleza? Vamos com calma.

O verdadeiro clássico do time pelo qual vocês torcem e, diga-se de passagem, deveriam ter bastante orgulho disso, até porque, este sim, trata-se de um confronto regional, ou melhor, que pertence a mesma cidade, seria contra o Próspera. O problema é que atualmente, ao que parece, o Próspera não disputa nenhuma competição profissional e, em razão disso, o Cri"ciúme" não tem com quem rivalizar, aí vocês pegam qualquer time e dizem que é clássico.

Sabem porque estou dizendo isso? É que nesta semana eu li (só não lembro exatamente onde) que na cidade do carvão estão dizendo que o Cri"ciúme" não pode perder o cláááááássico diante do Figueirense de maneira alguma. Para, né?! Clássico, não! Jogo importante e decisivo para o time de vocês, tudo bem, mas longe de ser um clássico. Prova disso é que dois dias antes do confronto, até agora nenhum torcedor do Cri"ciúme" veio pegar no meu pé, tirar um sarro, dizer que vão invadir o setor de visitantes do Scarpelli etc.

Menos gente, menos...

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Sem necessidade do jogo da "volta"


Na primeira partida da Copa do Brasil deste ano, o Figueirense enfrentou a equipe da Desportiva Ferroviária, do Espírito Santo, aplicou uma goleada de 4 a 1 e, com isso, eliminou o jogo da volta. Nossos jogadores não fizeram mais do que a obrigação, até porque o time da casa não disputa nem a série D do Campeonato Brasileiro.

O primeiro tempo foi terrível, tanto é que não vale nem a pena tecer qualquer tipo de comentário. Prova disso é que fomos para o intervalo em desvantagem no placar. Na segunda etapa, entretanto, Adílson fez duas mudanças (colocou Botti e Ricardinho), o time adotou outra postura em campo e começou a jogar bola de verdade. Os quatro gols aconteceram ao natural, sendo que três deles foram marcados em apenas 13 minutos.

De todos os times catarinenses que estão disputando a Copa do Brasil, fomos o único que evitou a segunda partida. Sendo assim, o foco tem que ser, agora, nas duas rodadas restantes do Campeonato Catarinense.

PS: Semana que vem, em Floripa, por acaso teremos algum jogo de "VOLTA"?

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Está liberado chamar os árbitros de ladrões


Na noite de ontem, o Tribunal de Justiça Desportiva de Santa Catarina absolveu o jogador Marquinhos Santos, que havia dito, após o jogo contra o Criciúma, que o árbitro Célio Amorim tinha roubado o Time do Mangue. Quer dizer, o Rhayner dos Clássicos não foi absolvido, na verdade ele recebeu uma das penas mais vergonhosas da história do futebol catarinense: ADVERTÊNCIA. Nem uma cestinha básica ele foi condenado a pagar.

Sim, apesar de ter chamado, direta ou indiretamente, o árbitro do referido jogo de ladrão, de certa forma colocado a credibilidade do mesmo em xeque, e colocado, também, a credibilidade do campeonato no ralo, mesmo sendo re-re-re-reincidente em casos como este, o jogador foi apenas advertido e, por conseguinte, liberado para jogar o restante da competição.

Pela enésima vez passaram a mão na cabeça do Santo, quer dizer, do Anjo Loiro. A gravidade e as consequências do ato foram desconsideradas e, com isso, a impunidade prevaleceu. A mesma impunidade que tanta gente na mídia condena, porém, neste caso, deixada de lado. Ah, esqueci de um pequeno detalhe: o Marquinhos Santos pode tudo, inclusive chamar um árbitro de ladrão e, de forma alguma, ser punido severamente.

Muito embora não concorde com a pena que foi dada, baseado na "nobre" decisão de dois dos auditores, penso que daqui para frente todos os jogadores, treinadores e dirigentes do futebol catarinense estão liberados para dizer o que quiserem, independentemente do teor das suas palavras ou das suas afirmações, até porque, pelo visto, ninguém mais será punido, talvez, no máximo, "advertido".

Já que agora está liberado chamar os árbitros de ladrões, esperamos, todos, que o mesmo critério seja usado em casos parecidos, semelhantes ou iguais a este. Não se trata de uma rivalidade entre Figueirense e Leão Banguela, pelo contrário, apenas uma análise sensata da absurda, controversa e, com todo respeito, esquisitíssima decisão dos integrantes do TJD.

terça-feira, 9 de abril de 2013

Falta raça aos jogadores do Figueirense

Espero que a derrota no clássico tenha servido para que a maioria dos jogadores alvinegros entendam o significado da rivalidade entre Figueirense e Time do Mangue. Como torcedor alvinegro custa admitir que em clássicos os jogadores pernas de pau do Leão Banguela se agigantam, se superam, talvez pela falta de qualidade, enquanto os nossos tratam o confronto mais importante de todos como um jogo qualquer, sem a devida importância que merece. Faz tempo, e bota tempo nisso, que não vejo o Figueirense preparado de verdade para um clássico.

Lembro da época que tínhamos Perivaldo, Valdeir, Márcio Goiano, Jeovânio, Chicão etc, jogadores que se impunham nos clássicos, verdadeiros líderes, que não baixavam a bola, que não deixavam de maneira alguma os adversários comandarem o jogo, tomarem conta do árbitro, pois sabiam que isso certamente iria prejudicá-los. Quanto tempo faz que não ganhamos um clássico com superação, com vontade, na raça?

Esse bando de bocas-moles deixou o Marquinhos Santos apitar o jogo do início ao fim (nisso ele realmente é craque), sem que ninguém tenha interferido ou pressionado o árbitro, algo que, diga-se de passagem, tem que ser feito, SIM, em clássicos. Adianta, agora, depois do jogo ter acabado, jogador vir a público, demonstrar indignação, reclamar da arbitragem ou da violência do time adversário? Não! Deveriam ter revidado em campo, na hora que a bola estava rolando.

Outra coisa que me deixou indignado foi ter visto Felipe Nunes e Willian Magrão, ex-companheiros do Marquinhos Santos na época do Grêmio, cumprimentando e abraçando ele como se nada tivesse acontecido, como se o time que eles defendem não tivesse perdido de virada, no último minuto, para o maior rival. Isso é um absurdo! Eles merecem ser enquadrados e repreendidos.

Raça, determinação, força de vontade e pressão sobre a arbitragem ajudam a vencer clássicos e, por conseguinte, conquistam campeonatos. Que a derrota para o Leão Banguela, da forma que foi, tenha servido de lição aos jogadores, comissão técnica e diretoria do Figueirense. Tomem vergonha na cara e joguem para valer da próxima vez.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Apito amigo vence o clássico


Antes do clássico eu sabia, ou melhor, tinha certeza que dificilmente venceríamos o jogo. As declarações do Marquinhos Santos, coincidentemente, momentos antes do sorteio da arbitragem, davam sinais claros que o clássico seria decidido pelo homem do apito.

O jogador mais protegido da história do futebol catarinense (por todos os segmentos) apitou o jogo inteiro e não recebeu nenhum cartão. Eduardo Costa, um carniceiro de marca maior, quase arrancou a canela do Ronaldo Tres, porém, nem advertido foi. Além disso, logo após marcar o gol do Figueirense, o atacante Marcelo Toscano foi covardemente agredido por vários jogadores do Time do Mangue dentro do gol e, da mesma forma, ninguém recebeu um cartãozinho sequer.

O Figueirense perdeu? Perdeu, vamos para a próxima. Um dia a gente vence, no outro a gente perde... O problema, no entanto, é que a derrota aconteceu, para variar, por um erro de arbitragem vergonhoso a favor do Leão Banguela, ou por acaso vão dizer que o gol da vitória deles não foi irregular? Se não foi irregular, então, a regra de impedimento foi alterada horas antes do início do clássico.

Hoje, muitos estão em "dúvidas" quanto ao lance que originou o gol da vitória do Time do Mangue. Dúvidas? O lance é claro! É engraçado, chega a ser deprimente a forma como as coisas são tratadas quando o beneficiado é o time do Sul da Ilha. Imaginem, meus caros, se o lance beneficiasse o Figueirense, o que estariam falando, esperneando acerca do erro do árbitro?

Um conselho ao Adílson e aos jogadores do Figueirense: no próximo clássico, ao invés de treinar durante a semana, convoquem todos os dias o pessoal da imprensa e façam pressão para cima da arbitragem, até porque geralmente costuma dar certo. Faz uma enorme diferença, ainda mais se o jogo for na Ressacada.

sábado, 6 de abril de 2013

Uma vês freguês, sempre freguês


Os números abaixo não foram conquistados por intermédio de pesquisas com critérios pra lá de duvidosos...

FIGUEIRENSE X TIME DO MANGUE
JOGOS: 401
FIGUEIRENSE: 141 vitórias
TIME DO MANGUE: 130 vitórias

ORLANDO SCARPELLI
FIGUEIRENSE: 55 vitórias
TIME DO MANGUE: 37 vitórias

RESSACADA (Salão de Festas/Mangue/Estádio de Tijolinho à Vista/Ponto de Encontro de Pernilongos, Mosquitos, Mariposas, Muriçocas etc)
FIGUEIRENSE: 21 vitórias
TIME DO MANGUE: 16 vitórias

A Ressacada (estádio de tijolinhos à vista) sempre foi, continua sendo e nunca deixará de ser o nosso verdadeiro salão de festas.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Fala muito, fala muito, fala muito


Todos os anos o santinho, o cordeirinho, o bom moço costuma se envolver em polêmicas. Quando não é dentro de campo, armando barracos inesquecíveis contra inúmeros adversários (aqui e aqui), fora dele o Anjo Loiro se queima ainda mais quando resolver abrir a boca e falar um monte de besteiras.

Após o jogo contra o Criciúma, na Ressacada, o paladino da justiça e dos bons costumes disse em alto e bom som que o árbitro Célio Amorim roubou o Leão Banguela. Não prejudicou, não se enganou, não cometeu um equívoco, muito menos errou, mas roubou o time que ele defende.

Se o Célio Amorim roubou o Time do Mangue, algum interesse ele devia ter. Se há um interesse por trás do roubo do árbitro, pelo menos um clube deve estar sendo beneficiado. Se o suposto clube está sendo beneficiado, os outros, consequentemente, estão sendo, neste caso, prejudicados. Se 9 dos 10 clubes estão sendo prejudicados, não faz mais sentido o campeonato continuar, até porque todos estão sendo enganados, perdendo tempo e, principalmente, dinheiro.

Coincidência, ou não, momentos antes do sorteio da arbitragem do clássico, apenas três dias antes do grande jogo do campeonato, Marquinhos Santos reiterou aquilo que havia dito sobre o árbitro, após o término do jogo diante do Criciúma e, ainda por cima, pasmem, desafiou o procurador do TJD, perguntando-lhe o seguinte: "Quem é que vai trazer de volta os dois pontos para o Leão Banguela?". (Fonte)

Olha, não é por nada não, mas está mais do que na hora do Rhayner dos Clássicos (definição magnífica dita pelo comentarista Renato Semensati, ontem, no Debate Diário) tomar um chá de humildade, descer do salto, jogar mais e falar menos. Que mania feia tem esse camarada de colocar a culpa dos tropeços do seu time nas arbitragens, como se nunca, em hipótese alguma, o time que ele defende tenha sido beneficiado por um erro dos árbitros.

Tenho certeza que a tal entrevista coletiva teve um propósito, ou seja, pressionar a arbitragem do clássico. É óbvio! Se o jogo deste final de semana fosse contra outro adversário, ele ficaria quieto, na espreita e não teria dito absolutamente nada. Essa estratégia é mais antiga do que andar para frente.

O fato é que ganhar o clássico na garganta é algo que ele não vai conseguir. Fanfarrão!

quinta-feira, 4 de abril de 2013

O Figueirense é o time mais regular do campeonato


Agora a moda é dizer que o Figueirense tem um time instável. Instável? Como assim? Segundo colocado do primeiro turno, líder do returno e ocupando atualmente a liderança da classificação geral do campeonato, em razão de tudo aquilo que foi apresentado até o presente momento, como é que alguém pode taxar o alvinegro dessa forma?

É inadmissível, também, dizer que o Figueirense é inconstante. Inconstante é o time que ganha um jogo, perde o outro, empata, perde, vence, empata; não apresenta regularidade alguma. Pelo que eu sei o Figueirense é o único invicto no segundo turno e, salvo melhor juízo, a última derrota da equipe foi há muito tempo, em meados do mês de fevereiro.

Desde a primeira rodada somos o único time que conseguiu manter-se na mesma zona de classificação, oscilando, um pouco, entre a vice-liderança e a liderança da competição. A Chapecoense, por exemplo, no segundo turno não é nem sombra do que foi no turno. Além disso, vale lembrar que o Figueirense perdeu apenas dois dos quinze jogos que fez.

Instabilidade e inconsistência são duas coisas completamente distintas de regularidade. Se disserem que o Figueirense não vem jogando bem, e que a esta altura do campeonato ainda não apresentou um futebol convincente, que tenha agradado torcedores, jogadores, comissão técnica e alguns setores da imprensa, tudo bem, concordo plenamente com quem pensa desta forma. Quem é que não gostaria de ver o Figueirense vencendo e, acima de tudo, convencendo? Todos, evidentemente.

Por outro lado, as análises feitas sobre nossos adversários são totalmente diferentes, muito mais brandas, maleáveis e complacentes...

O Cri"ciúme", provavelmente a maior decepção do campeonato, até porque trata-se do único representante catarinense na elite do futebol brasileiro (não é assim que eles costumam dizer por lá?), de desacreditado, praticamente eliminado, do dia para a noite virou a sensação, o time a ser batido, isso porque nas últimas duas rodadas goleou o time amador do Juventus e venceu fora de casa o Guarani, penúltimo colocado da competição.

O Jo"inveja", este, sim, inconstante e instável, tido como o time com o melhor elenco, com as melhores alternativas no banco de reservas, não engrena e, mesmo assim, volta e meia é super elogiado pelo que vem apresentando.

Quanto a Chapecoense, percebe-se claramente que a conquista do turno aconteceu, apenas, pelo fato da sua preparação ter começado bem antes dos demais e, principalmente, porque manteve praticamente o mesmo elenco do ano passado. Não acredito que no returno eles tenham tirado o pé.

Já o Leão Banguela, com todo respeito, me nego a tecer qualquer tipo de comentário, até porque a puxação de saco pelos lados do Sul da Ilha é escandalosa. Um time que depende única e exclusivamente de apenas um jogador, convenhamos, não pode ser levado a sério.

A verdade é que ser o time com mais vitórias, com menos derrotas na competição, com um dos melhores ataques e uma das melhores defesas da competição aparentemente não significa nada, já que o Figueirense sempre tem que estar provando mais do que os outros. Os critérios de avaliação são totalmente diferentes.

Se não estamos lá essas coisas, imaginem, então, como estão nossos adversários?

terça-feira, 2 de abril de 2013

O Leão Banguela não é páreo

Fiquei sabendo que na Ressacada a Páscoa ainda não terminou, pois a quantidade de chocolates que o Time do Mangue trouxe lá da cidade do balé foi grande...

O clássico é um jogo diferenciado, só que isso, convenhamos, todo mundo já está cansado de saber. Em Santa Catarina não há nada que se compare à rivalidade entre o Figueirense, no caso, o MAIOR DO ESTADO, e o Leão Banguela, time amador do Carianos. Faltam, ainda, cinco dias, porém, na cidade mais bela do Brasil, todos estão voltados, agora, para este confronto mais do que esperado.

Eu, como torcedor alvinegro, estou extremamente confiante, até porque não acredito que um time que levou três buchas, quer dizer, três chocolates do Jo"inveja" tenha condições de nos vencer. Dois times ruins - certamente ficarão de fora das semifinais do campeonato - que não metem medo em ninguém, muito menos na gente.

O post de hoje foi apenas um aperitivo do que virá pela frente. Ao longo desta semana falaremos muito mais sobre o único clássico do futebol catarinense.

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Lá vem o Clássico...


A semana começou bem para o Figueirense, ainda mais em se tratando de uma semana que precede o grande clássico do futebol catarinense. Com os resultados da última rodada, mantivemos a liderança do returno, nos consolidamos na liderança do geral e, para fechar com chave de ouro, nosso rival e próximo adversário, o Time do Mangue, acabou levando um chocolate do time da cidade do balé, em pleno domingo de Páscoa.

Para garantir de uma vez por todas a classificação à fase final do campeonato e praticamente colocar as duas mãos na taça do segundo turno, o Figueirense precisa vencer o Leão Banguela no Salão de Festas, ou seja, lá na Ressacada. Acho possível, ou melhor, tenho plenas convicções de que podemos conquistar os três pontos, principalmente porque passamos por um momento mais favorável e, acima de tudo, temos um time muito, mas muito melhor do que o deles.

Como de costume, durante o transcorrer da semana muitas coisas serão ditas. Provavelmente o "ídolo" do Leão Banguela entrará em ação dizendo algo polêmico, para tentar desestabilizar o grupo de jogadores, a comissão técnica e os torcedores do Figueirense. Só que dessa vez, como todo respeito, ele não vai conseguir.

Aliás, por falar em Marquinhos Santos, que após o jogo contra o Cri"ciúme" chamou o árbitro Célio Amorim de ladrão e, por tabela, questionou a credibilidade do campeonato, por acaso ele será punido (suspenso) ou receberá apenas um puxão de orelhas dos nobres auditores do Tribunal de Justiça Desportiva de Santa Catarina?