segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Bota na conta do Adilson

O Time do Mangue jogou muito mais do que o Figueirense, por isso mereceu a vitória no clássico. Aliás, os jogadores do Figueirense deveriam se espelhar nos jogadores deles quando o assunto é clássico. Lá eles jogam de verdade, encarnam o espírito do confronto, enquanto que aqui o pessoal apenas assiste e trata o maior espetáculo futebol catarinense como um joguinho qualquer. Perdeu de três, fora o baile, mas deveria ter perdido de uns cinco ou seis.

O Adilson, que havia colocado o Figueirense numa posição muito boa na classificação, é o mesmo Adilson que está dinamitando o Figueirense nas últimas rodadas. Uma sucessão de erros, equívocos, incoerências e, acima de tudo, teimosias, estão prejudicando o rendimento da equipe. O treinador alvinegro deveria, ou melhor, tem a obrigação de explicar o que somente ele consegue ver em André Rocha, Nem, Hildo, Botti etc. Sim, acreditem se quiser: Botti entrou no clássico e, para variar, não jogou absolutamente nada!

O cara é titular num jogo, no outro vira reserva, no seguinte nem relacionado é (às vezes nem viaja), depois vira titular novamente da equipe... Infelizmente o Adilson está perdendo a mão. No clássico cometeu um erro atrás do outro. Não consigo entender, por exemplo, como é que o Tinga - que não é nenhum craque - pode ser reserva de Nem e Hildo? Como é que ele tira o Tchô e dá ao Botti a responsabilidade de armar a equipe? Como é que ele desloca o Maylson para a lateral-direita e improvisa o André Rocha no meio-campo?

Para de inventar, Adilson!

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Faz-me rir!

Quando eu li que a diretoria do Figueirense tinha disponibilizado 4 mil ingressos para os torcedores sofredores do Time do Mangue eu comecei a rir, pois se os caras não têm a competência de colocar mais de 3 mil gatos pingados por jogo naquele fim de mundo que é a Ressacada, não será no estádio do MAIS QUERIDO que eles conseguirão fazer isso.

Os sofredores do Carianos são audaciosos e falam em invasão. Para, né!? Faça-me o favor. A única invasão que eles conhecem é a de mosquitos e pernilongos, ou em clássico lá no pardieiro, quando a torcida alvinegra costuma lotar o espaço de visitantes. Aliás, ontem no final da tarde li ou ouvi que apenas 300 ingressos haviam sido vendidos. Coisa horrorosa! Na Ressacada os ingressos para os torcedores alvinegros geralmente esgotam no primeiro dia.

Falando do clássico, especificamente, notei, pelo menos para mim, um ambiente morno, muito morno durante a semana. Por incrível que pareça todos sentimos a falta da Paquita falando algo bombástico, e o Adilson retrucando na mesma moeda, para  acirrar (no bom sentido) os ânimos do pessoal. Saudades dos clássicos do século passado...

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Fazer o dever de ICASA

Ainda sobre o jogo contra o Jo"inveja", é importante salientar que o Ronan não é ladrão, pelo contrário; ele é fraco, muito fraco. Mas isso é coisa do passado.

Ooo Adilson, meu filho, vê se amanhã não inventa e põe em campo o que há de melhor (se é que há alguma coisa boa nesse elenco) contra o Icasa. Pelo amor de Deus, deixa de lado essa história de CK - que só vem atrapalhando o rendimento do time - e, por gentileza, vença esse bendito jogo. Só não apareça com o Toscano entre os titulares, beleza?

Outra coisa: manda o pessoal esquecer os acontecimentos da cidade do balé e foca apenas neste jogo. Vitória magrinha por 1 a 0 é goleada. Já está de bom tamanho. Segue em frente, pois no sábado tem clássico. Duas vitórias nos colocam novamente no G4 da competição.

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

RONAN 3 x 1 Figueirense

"Ronan Marques da Rosa foi o árbitro sorteado para este jogo. Preocupante, ou melhor, extremamente preocupante, pois o Figueirense costuma encontrar muitas dificuldades quando este cidadão está no apito. O retrospecto com ele não é nada bom. Esse é caseiro, por isso tem que ficar de olhos bem abertos com ele." (Comentário feito por este que vos escreve no post da quinta-feira).

Chamem Ronan Marques da Rosa do que vocês quiserem, menos de árbitro. O Figueirense perdeu, tudo bem, não dá para ficar agora lamentando derrota, até porque não tem como voltar no tempo, mas fique claro que o grande responsável do placar do jogo foi o cidadão citado anteriormente.

Anotem aí: eu não tenho dúvidas que pela "excelente" arbitragem de hoje este tapado vai acabar ganhando o clássico de presente. Vocês duvidam? Eu não!

Brusque, Ibirama, Guarani da Palhoça, Imbituba etc, conseguem vetar árbitros no futebol catarinense. Todos, todos menos o Figueirense. Isso, infelizmente, é histórico. Entra diretoria, sai diretoria, e eles não fazem absolutamente nada. O árbitro prejudica num jogo, no outro aparece apitando novamente, e tudo fica por isso mesmo. Diretoria omissa e covarde!

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Dois em um

Ainda sobre o assunto levantando ontem aqui no blog, sobre a construção de um estádio único em Floripa para Figueirense e Time do Mangue, segue comentário que eu fiz acerca das manifestações que o pessoal fez:

"A tendência no mundo inteiro é dos clubes terem seus próprios estádios. O que acontece com Milan e Inter (San Siro/Giuseppe Meazza), Bayern de Munique e 1860 München (Allianz Arena), Roma e Lazio (Estádio Olímpico) é exceção da exceção. Tirando os que eu citei agora, quais clubes do futebol europeu jogam em estádios, digamos, divididos, como está sendo proposto pelos presidentes de Figueirense e Leão Banguela? Poucos, praticamente nenhum!

Vejamos: na Inglaterra, nenhum; na Espanha, nenhum; na França, nenhum; em Portugal, nenhum; na Turquia, nenhum; na Itália, somente com Inter, Milan, Roma - a Roma inaugurará seu estádio próprio até 2016 - e Lazio; na Alemanha, somente com Bayern e 1860 Munchen; na Rússia, nenhum; até mesmo na Grécia todos os clubes têm estádio próprio.

Acontece que aqui no Brasil tudo é diferente. Nas décadas de 50, 60 e 70 muitos clubes não se preocuparam em construir seus estádios, pois os governos de cada Estado se dispuseram a fazer isso. Por pouco Santa Catarina, mais precisamente Floripa, também teve um "elefante branco", que seria erguido onde é a Via Expressa, no terreno do BIG ou da Havan. Com isso, vários clubes não se preocuparam em ter suas próprias praças esportivas.

Chegando aos dias atuais, a reforma e/ou construção dos estádios para a Copa do Mundo foram quase que 100% financiados pelo dinheiro público; Maracanã, Mineirão, Arena Pernambuco etc. Aí, evidentemente, fica muito fácil para Flamengo, Fluminense, Botafogo, Sport, Náutico, Cruzeiro e Atlético/MG "dividirem" estes estádios, pois não tiraram um centavo dos seus bolsos para construí-los. Sem contar que, além disso, a administração destes estádios não será deles, e sim de consórcios.

Flamengo, Botafogo, Fluminense, Atlético/MG e Cruzeiro nunca tiveram estádios desde que foram fundados (estádios de verdade, não qualquer campo com dois lances de arquibancadas). Figueirense e Time do Mangue, por outro lado, têm dois grandes estádios, único patrimônio, já que ambos são clubes exclusivamente de futebol. Largar mão dos seus estádios próprios, para dividir um estádio seja lá onde for, com todo respeito, não trás benefícios para ninguém, pelo contrário".

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Agora, sobre o jogo contra o Jo"inveja", como falei anteriormente o Figueirense entrará em campo com várias alterações; lesões e suspensões, além do retorno de alguns titulares que não começaram atuando na última rodada, diante do Paysandu.

Adilson vai ter que se virar para montar o time. Espero, apenas, que ele não invente desta vez, e que não apareça com um Toscano da vida entre os titulares. A tendência é que ele não repita os mesmos erros e equívocos do último jogo, o problema é que vindo dele tudo é possível.

O Figueirense tem que aproveitar o momento pelo qual o time da cidade do balé está passando. Segundo consta, após o retorno da Copa das Confederações o Jo"inveja" é o time de pior campanha na Série B. Se eu não me engano são cinco ou seis jogos sem vencer. Sendo assim, o negócio, agora, é aproveitar a crise deles e trazer os três pontos de lá.

Não inventa, faz o feijão com arroz, que conquistamos essa vitória.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

NÃO, NUNCA e JAMAIS com essa história de estádio único

Ontem os presidentes de Figueirense e Time do Mangue aventaram a possibilidade de construir um estádio único para os dois clubes. A opinião do dirigente do Leão Banguela não me interessa, mas a do Alvinegro, sim! Interessa, pois o que ele disse é preocupante e não é vista com bons olhos por ninguém que eu conheço.

Essa mirabolante proposta não pode, em hipótese alguma, sair dos campos da ideia ou da possibilidade. O Figueirense tem um estádio próprio há 60 anos, num terreno supervalorizado, num bairro identificado com o clube e, acima de tudo, com o torcedor alvinegro.

Antes do atual presidente entrar em cena como dirigente do Figueirense, o clube podia até não ser um exemplo de administração, mas pelo menos tinha credibilidade no mercado. Depois que ele apareceu, no entanto, primeiro como "parceiro" e, posteriormente, como dirigente, o Figueirense mergulhou num abismo sem fim. O que restava de bom foi por água abaixo.

Em virtude disso, era só o que faltava ele vir agora com essa história de dividir estádio com o rival. Não porque trata-se do rival, pelo contrário, e sim pelo fato de ser algo inadmissível e fora do contexto. Aliás, os torcedores alvinegros e o ex-treinador da seleção brasileira, Carlos Alberto Parreira (lembram?), estão até agora esperando o estádio (foto acima) de R$ 300 milhões prometido pelo atual mandatário do clube. Arquivaram o projeto?

Pessoas comuns ou influentes, pobres ou ricas, autoridades, torcedores alvinegros como um todo, por favor, não permitam que esse absurdo um dia aconteça, nessa ou em qualquer administração futura do clube. O patrimônio do Figueirense não pode ser tratado como moeda de troca.

Um time totalmente diferente, de novo

O Figueirense entrará em campo diante do Joinville com inúmeras alterações. Novamente, o time será totalmente diferente. Três mudanças, no mínimo, são certas: Thiego, lesionado, e Maylson, suspenso, não jogam; Rafa Costa, que não começou jogando contra o Paysandu, deve voltar ao time titular. Não lembro qual foi a última vez que o Adilson repetiu a mesma escalação em dois jogos seguidos.

Além disso, como se já não bastassem os desfalques de Thiego e Maylson, pode ser que outras mudanças sejam providenciadas, já que provavelmente, baseado no que vem sendo feito nas últimas rodadas, cerca de dois ou até mesmo três jogadores serão poupados, certo?  O CK do pessoal deve estar muito alto. Pelo menos essa é a justificativa que o treinador vem usando para poupar tantos atletas. Portanto, é melhor prevenir do que remediar.

Se com dez ou onze rodadas os jogadores estão sentindo o desgaste (não entendo como é que um time pode estar desgastado na metade do ano, principalmente após terem ficado apenas treinando durante 30 dias), imaginem, então, como é que todo mundo estará na reta final do campeonato. O Saci, coitado, vai acabar é ficando sem pernas.

Ronan Marques da Rosa foi o árbitro sorteado para este jogo. Preocupante, ou melhor, extremamente preocupante, pois o Figueirense costuma encontrar muitas dificuldades quando este cidadão está no apito. O retrospecto com ele não é nada bom. Esse é caseiro, por isso tem que ficar de olhos bem abertos com ele.

terça-feira, 30 de julho de 2013

No Figueirense o preparo físico é mais importante que qualidade e sequência

Ontem eu elogiei o Adilson, mas hoje sou obrigado a criticá-lo. O futebol vive de momentos. Tudo o que ele fez contra o Paysandu foi errado, antes e durante o jogo, na escalação e, por conseguinte, nas alterações. Na verdade, o treinador do Figueirense abusou. Poupar Rafa Costa e colocar Toscano, isso mesmo, Marcelo Toscano como titular é brincar com a sorte. Quem é o responsável pela escalação do time, o treinador ou o preparador físico?

Essa história de jogador sendo poupado não convence ninguém. Passamos agora da metade do ano, a Série B está apenas começando, não tivemos jogos durante 30 dias por causa da Copa das Confederações, no entanto, mesmo com menos de 1/3 de campeonato disputado, vários jogadores do Figueirense estão sendo poupados para que se evitem lesões.

É um assunto chato, eu sei, não sou especialista na área, longe disso, mas é no mínimo estranho que isso aconteça apenas conosco. Não vejo nenhum time, tanto na Série B ou até mesmo na Série A, passando por uma situação parecida com a nossa, ou seja, ter que poupar jogadores logo nas primeiras rodadas.

A Série B tem que ser levada um pouquinho mais a sério. O Figueirense não poderia dar-se o luxo de poupar alguns titulares pelo fato do Paysandu estar na zona de rebaixamento e, teoricamente, ser um time mais fraco que o nosso. Não! Tem que ser força máxima todo jogo. Adiantou alguma coisa ter poupado Rafa Costa e Ricardinho? O preparo físico não pode ser mais importante que qualidade e sequência.

segunda-feira, 29 de julho de 2013

O Professor Pardal é bom mesmo

Não adianta! Por mais que falem, questionem os métodos de trabalho, as incoerências, as invenções, as controversas etc - de vez em quando eu me incluo nessa - o "Professor Pardal", como o Adilson costuma ser chamado, a cada jogo mostra o quanto realmente é bom. A conclusão é uma só: ele vem tirando leite de pedra no Figueirense. Na Série B está anos luz na frente dos demais treinadores, isso porque tem ao seu dispor um elenco limitado e extremamente comum.

Todos consideram o Adilson a melhor contratação do Figueirense no ano. Se não fosse por causa dele dificilmente teríamos chegado às semifinais do Campeonato Catarinense, avançado até a terceira fase na Copa do Brasil e, em hipótese alguma, permanecido na zona de acesso da Série B desde o início da competição. Claro que não há unanimidade, tem gente que não gosta, mas fato é que não se pode questionar ou duvidar da qualidade e do eficiente trabalho que ele vem fazendo.

É muito fácil ser Luxemburgo, Muricy, Tite e Cuca, que só trabalham com elencos qualificados, e ainda por cima reclamam da falta de alternativas. Os caras costumam ter dois jogadores de seleção em cada posição, mesmo assim nunca estão satisfeitos. Quero ver esse pessoal treinar uma montoeira de jogadores sem nenhum histórico, de qualidade questionável e transformá-los num time forte, competitivo e vitorioso. Aí até eu viro treinador.

O Adilson sabe fazer isso. Aliás, é o que ele vem fazendo esta temporada no Figueirense. Analisemos, por exemplo, o setor ofensivo do time: Ricardinho, que veio para bagunçar, está jogando muito; Ricardo Bueno, em três ou quatro jogos fez mais gols do que nas últimas duas temporadas; Rafa Costa, apesar da desconfiança, vem fazendo mais gols que na época de Metropolitano. E por aí vai.

Pegam muito no pé do Adilson, talvez porque ele esteja no Figueirense. Se estivesse em outros times do Estado, tenho certeza que as críticas não seriam tantas assim. Sem o "Professor Pardal" estaríamos muito mal, numa situação bem complicada.

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Nem Cristo, nem Papa, nem São Caetano

E lá vem o São Caetano, time fraco, sem expressão, sem um pingo de tradição (tipo Time do Mangue, Cri"ciúme", Jo"inveja" e Chapeco"índio") mas... Mas é a pedra no sapato de todo mundo. Quando você menos espera, eles surpreendem. Claro, vou torcer e, espero, que isso não aconteça amanhã, no Scarpelli. Depois de perder para o Palmeiras e ser eliminado pelo Botafogo, na Copa do Brasil, o mínimo que o Figueirense tem que fazer é ganhar os três pontos.

Contaremos com um grande reforço neste jogo, esperávamos há muito tempo que ele estivesse em condições: André Rocha não jogará, pois foi expulso na última rodada. Excelente notícia! Não tenho nada contra o cara, pelo contrário, mas ultimamente, quer dizer, desde sua estreia ele só vem atrapalhando o time.

Quanto ao restante do time, sinceramente, não sei quais jogadores o Adilson colocará em campo. Disseram, inclusive, que ele pode fazer uma espécie de rodízio no gol, no caso, providenciando a estreia do Neneca. Se porventura ele acabar fazendo esta alteração, estará cometendo um tremendo erro. Por essas e outras que não se sabe ao certo o time titular no jogo de amanhã.

Palmeiras e Botafogo passarão, são coisas do passado. Negócio agora é vencer o São Caetano, de preferência, sem dificuldades, e voltar ao G4 da Série B. É inadmissível, inimaginável e imperdoável deixar de conquistar um resultado positivo jogando em casa.