sábado, 31 de março de 2012

Volta torcedor, volta a ser o que você era antigamente...


Não quero 10, 15 ou 20 mil torcedores no Scarpelli amanhã; quero estádio lotado, com torcedores entusiasmados e que torçam para o Figueirense do início ao fim. TORÇAM de verdade, que não fiquem com a bunda na cadeira e se levantem apenas para ir ao banheiro.

A torcida dos "50 pila" e a torcida dos "sócios" tem que se voltar à torcida de dez anos atrás, que em sua grande maioria não era sócia do clube e pagava 10 reais para ver um jogo do Figueirense, no Scarpelli. Certamente não voltará a ser o que era antes, até porque isso nunca mais vai acontecer, infelizmente, principalmente porque decidiram elitizar o torcedor, mas que pelo menos àquela torcida de um passado nem tão distante assim sirva de inspiração.

Eu continuo sendo o mesmo, o de sempre, uma vez que não conseguiram e jamais conseguirão me "elitizar".

Figueirense x Time do Mangue (01/04/2012)

Quem me conhece, ou pelo menos lê meu blog com frequência, sabe que eu não sou de ficar em cima do muro. Para mim o Figueirense é o grande favorito do jogo de amanhã, da mesma forma que eu falei em relação ao clássico do primeiro turno. 

Não há quem possa dizer o contrário. Os próprios torcedores (sofredores) do time do mangue sabem disso. Alguns podem se valer pelo retrospecto, já que faz cinco anos que não vencemos eles no Scarpelli, ou até mesmo pela superstição, porém eu prefiro me basear na qualidade, no momento e na situação que cada time passa no campeonato. Se o alvinegro não vencê-los é outra história, uma situação natural, inerente ao futebol, já que se trata do esporte mais imprevisível de todos, sem dúvida.

Por ser um clássico o clima é outro (fora de campo), o que acaba, consequentemente, fazendo com que o comportamento das torcidas seja diferente. A expectativa, a ansiedade e o nervosismo aumentam, mas dentro de campo é tudo igual: o jogo é jogado e o lambari é pescado. Não muda nada; os jogadores são os mesmos, os treinadores sãos os mesmos, a qualidade das equipes é a mesma e a forma como os times jogam é rigorosamente a mesma.

Em relação ao jogo, à escalação do Figueirense, acho que o Branco não vai surpreender. Acredito que ele vai colocar em campo um time com dois volantes, dois meias e dois atacantes, ou seja, sem invenções. A única duvida no meu ponto de vista é na zaga. Meu feeling diz que joga o Sandro, mas não seria surpresa alguma a entrada do Fred.

No clássico do primeiro turno, lá na Ressaqueda, o time começou o jogo escalado com três volantes (Ygor, Túlio e Toró) e não foi muito bem, tanto é que no intervalo o Branco tirou o Toró e colocou o Luiz Fernando. A alteração deu certo, foi produtiva, rendeu, prova disso é que o time passou a jogar bola no segundo tempo, fez o gol e conseguiu vencer.

Acho que o time titular do Figueirense será: Wilson; Pablo, Canuto, Sandro, Guilherme Santos; Ygor, Túlio, Botti, Roni; Júlio César e Aloísio.

Eu escolheria o Luiz Fernando; não o Botti. Da mesma forma colocaria como titular o Léo; não o Pablo. Mas o Branco tem o time na mão, sabe o que faz. Até agora está dando certo, e espero que amanhã também dê certo. Já passou da hora de vencer o time do mangue no Scarpelli.

Aposto em 23 a 0 (Isso mesmo, 23 a 0).

sexta-feira, 30 de março de 2012

Estão deixando o verdadeiro torcedor do Figueirense de lado

Todos os clubes já fizeram promoção de ingressos no campeonato catarinense. Repito: TODOS OS CLUBES JÁ FIZERAM PROMOÇÃO DE INGRESSOS NO CAMPEONATO CATARINENSE, ou pelo menos diminuíram os valores dos ingressos em alguns dos setores de seus estádios, mas apenas um não fez, e provavelmente não irá fazer. Adivinhem qual é o clube que ainda não fez promoção de ingressos e sejam felizes para o resto de suas vidas.

Neste domingo teremos clássico, no Scarpelli, e a diretoria do Figueirense pelo visto não está nem aí. Na concepção deles o que vale mesmo é arrecadar, arrecadar e arrecadar. A ideologia capitalista prepondera até o último fio de cabelo. 

Na quarta-feira, por exemplo, o estádio Heriberto Hulse recebeu um baita público (22 horas), isso porque a diretoria do Criciúma não pensou duas vezes na hora de baixar o preço dos ingressos e chamar o torcedor para ficar ao lado do time, afinal de contas era um jogo importantíssimo para o definir o futuro deles na competição. E deu certo!

No caso do Figueirense, entretanto, promoções de ingressos (redução dos valores dos ingressos) acontecem muito, mas muito raramente, ou melhor, praticamente não acontecem. A diretoria prefere vender 200 ingressos, por 50 reais, do que vender 400, por 25 reais. Eles não querem público no estádio; querem vender o mínimo de ingressos pelo valor máximo que puder ser cobrado. 

Claro, torcedor para eles são os sócios, apenas os sócios e mais ninguém. Aqueles que não são sócios nada mais são do que apenas consumidores de ocasião, oportunistas para alguns, que não ajudam o clube, como um sócio, e que só vão ao estádio "na boa", ou em dia de grandes jogos.

Dizem que o Figueirense tem cerca de 14 mil sócios, um pouco mais ou um pouco menos. Pode até ser, não duvido, mas de sócios adimplentes, que pagam rigorosamente em dia, creio que não ultrapassa os 12 mil. Nos últimos cinco anos o número sócios aumentou consideravelmente, o que acabou aumentando também, por conseguinte, as receitas do clube, entretanto, sabe-se lá porque, o número de torcedores nos jogos diminuiu.

Ué? Como que o número de sócios aumenta vertiginosamente e o público nos jogos diminui vertiginosamente? Simples! O que é mais importante para um clube de futebol hoje em dia: ter receita ou ter torcida? Ter receita, é claro. Por isso o Barueri, que já foi Grêmio Prudente e que agora acho que é Barueri novamente, há dois anos estava disputando a série A do campeonato brasileiro. Eles tinham torcida? Não, mas tinham receita, como falei anteriormente, aquilo que mais interessa hoje em dia aos clubes.

Há dez anos um jogo entre Figueirense e sei lá, digamos, Tubarão, no Scarpelli, pelo campeonato catarinense dava 10 mil, 12 mil pessoas, público considerado à época normal. Atualmente, Figueirense e São Paulo dá 10 mil e o clube demonstra contentamento com o público. Por quê? Porque mesmo não indo assistir o jogo, o que importa é o cara que é sócio honrar seus compromissos com o clube, ou seja, pagar sua mensalidade em dia. Ponto final! Pouco importa se ele vai ou não vai ao jogo, isso é o de menos.

Mas é isso aí. Fazer o quê? Fico triste porque se estivéssemos na parte de baixo da tabela, numa condição ruim, certamente, para chamar os torcedores ao estádio, o valor dos ingressos seria diminuído. Nessas horas, quando o time vai mal, até os "oportunistas" viram torcedores, e os sócios são apenas sócios.

Apesar de ser sócio do clube, e de ter condições para isso, graças a Deus, nessas horas eu penso muito mais nos outros do que em mim, até porque a cada ano, a cada campeonato e a cada jogo eu sinto que o torcedor do Figueirense está deixando de ser o torcedor do Figueirense que eu, vocês e todos conhecemos. Estão dando prioridade ao torcedor "x", que corresponde a menos de 5% da torcida, e infelizmente esquecem do torcedor "y", o verdadeiro torcedor do Figueirense, que corresponde, no mínimo, a 95% da nação alvinegra. Ou será que eu estou tão errado assim?

Bom, deixa para lá. 

quinta-feira, 29 de março de 2012

O Mundo é muito injusto com os justos

Vira a página

Nenhum time gosta de perder, evidentemente, porém sair derrotado de uma partida contra o Criciúma é normal, em qualquer circunstância, ainda mais jogando na casa deles e entrando em campo com os jogadores considerados titulares poupados. 

Ontem, no entanto, eu esperava um pouco mais do Figueirense. O resultado foi frustrante - no meu ponto de vista - não pela derrota em si, mas pela maneira como o time se portou em campo. A vitória do time da cidade do carvão foi merecida pois, diferentemente de nós, eles buscaram desde o início do jogo os três pontos. Os "reservas" não renderam muito bem, prova disso é que foi o primeiro jogo no ano que o Figueirense não marcou um golzinho sequer. 

Existe a ressalva, claro, da falta de entrosamento da equipe. Por mais que muitos deles treinem juntos quase que diariamente, uma vez que pertencem ao "time reserva", jogar é totalmente diferente de treinar. A defesa bateu muito cabeça, pareciam meio que perdidos, tanto é que os gols do Criciúma foram feitos por intermédio de jogadas aéreas, coisa que há muito tempo não acontecia contra o Figueirense.

Em relação às atuações individuais de certos jogadores, o que menos rendeu em campo foi, indubitavelmente, o meia Botti. Aliás, até agora eu não vi nada demais nele; nenhuma atuação convincente que o faça merecer à titularidade da equipe. Particularmente prefiro o Luiz Fernando, até porque ele pelo menos chuta ao gol, oferece mais perigo ao adversário. Gostei do Léo, mais uma vez, diga-se de passagem.

A derrota não alterou em nada a situação do Figueirense no campeonato. Perdemos a primeira posição no returno, tudo bem, mas não faria muita diferença se tivéssemos vencido. Na classificação geral permanecemos líderes e com mais uma vitória nos próximos três jogos garantimos a primeira colocação, o que nos dá vantagens na reta final do campeonato.

Agora é o clássico! Com o time completo, jogando em casa - o Scarpelli tem que estar lotado, ou melhor, estará lotado -, temos um time muito melhor do que o leão banguela. Não sou desses que acha que clássico é clássico. Uma vez ou outra o time que está mal vence, mas na maioria das vezes o melhor, em todos os sentidos, acaba conquistando a vitória. As estatísticas mostram isso. É um jogo comum, como outro qualquer, mas com um clima diferente. Apenas isso e nada mais.

O problema, em relação ao clássico, é que na noite de ontem o time do mangue aplicou uma sonora goleada para cima do poderoso Marcílio Dias, e com isso eles chegarão para esse jogo de domingo como grande favoritos e, portanto, o Figueirense tem que tomar muito, mas muito cuidado com eles.

quarta-feira, 28 de março de 2012

Trem pagador que enche os cofres dos outros

100grana.wordpress.com

Para este que vos escreve a expressão "trem pagador" tem que ser dada àquele time que vai jogar fora de seus domínios e faz com que apenas a sua presença lote os estádios onde atuará, independentemente dos jogadores que estejam em campo, titulares ou reservas, como acontece há muito tempo no caso do Figueirense em nosso Estado.

Contra o Ibirama, lá em Ibirama, casa cheia; contra o Joinville, lá em Joinville, casa cheia; contra a Chapecoense, em Chapecó, casa cheia; contra o time do mangue, na Ressaqueda, em condições normais seria casa cheia, o problema é que os torcedores (sofredores) do azulino só vão ao seu estádio quando há promoção de ingressos, e olhe lá; contra o Marcílio, em Itajaí, o estádio não estava lotado, mas certamente foi o maior público deles no estadual; contra o Metropolitano, em Blumenau, casa cheia; contra o Criciúma, em Criciúma, a casa vai estar cheia; e contra o Brusque, lá em Brusque, provavelmente a casa também estará cheia.

Nos jogos em casa o Figueirense perde para o Joinville em média de público - a diferença é de apenas 600 torcedores - por dois motivos bem simples:

Os ingressos cobrados para jogos no Scarpelli custam o dobro do que cobram na Arena; 

Joinville é a maior cidade do Estado (população), com apenas um clube profissional, enquanto que em Florianópolis existem dois clubes profissionais, do mesmo tamanho.

No campeonato brasileiro os invejosos têm a mania de dizer que o Scarpelli lota apenas quando Flamengo, Corinthians, Inter, Grêmio, São Paulo, Vasco etc, vêm jogar aqui. Tudo bem, não concordo com quem diz isso, mas respeito as opiniões das pessoas. Assim sendo, utilizando o mesmo critério de análise do fato, em Santa Catarina os estádios só lotam, ou recebem um grande público, somente quando o Figueirense é o time adversário, não é mesmo? Ou será que em nosso Estado o critério não é o mesmo? Estou errado? Acho que não, heim?

Criciúma x Figueirense (28/03/2012)

Logo mais, em Criciúma, o time da casa enfrenta o Figueirense em partida válida pela sexta rodada do returno do campeonato catarinense. O alvinegro é líder do returno, com 13 pontos, enquanto que o Criciúma ocupa a terceira colocação, com 12 pontos. Certamente será o principal jogo da noite.

Branco não colocará em campo o time considerado titular, ou pelo menos aquele que vem jogando normalmente, já que alguns jogadores estão pendurados, e, claro, principalmente porque o próximo adversário é nada mais nada menos do que o maior rival, o clássico contra o leão banguela. O treinador alvinegro resolveu dar prioridade a essa partida.

Ontem eu havia dito aqui no blog que o jogo desta noite contra o time da cidade do carvão seria tão importante quanto o clássico; acabei mudando de ideia. O Figueirense já está nas finais do estadual, e provavelmente terminará em primeiro na classificação geral. Perder em Criciúma é um resultado considerado completamente normal, não vai mudar muita coisa, mas perder o clássico não, ainda mais jogando em casa, até porque se vencermos o clássico, algo que não acontece há muito tempo no Scarpelli, aí sim o time vai chegar com tudo à fase final do campeonato catarinense, com moral, sem contar que os elimina de uma vez por todas da competição.

Em relação ao time que entrou em campo contra a Chapecoense, tudo indica que Branco poupará alguns jogadores, como Pablo, Canuto, Túlio, Roni e Júlio César. Outro que continuará sendo poupado e preservado para o clássico é o volante Ygor. No ataque, entretanto, Aloísio volta à titularidade após ficar de fora da equipe contra o time do Oeste do Estado.

Sendo assim, o provável time titular do Figueirense contra o Criciúma será: Wilson; Léo, João Paulo, Sandro, Guilherme Santos; Toró, Doriva, Botti, Jean Deretti, Luiz Fernando e Aloísio.

Parece-me que o time vai jogar numa espécie de 4-5-1, com o Luiz Fernando jogando solto no campo, tanto como meia e também como atacante. Vai ser interessante vê-lo jogando nesta posição. É mais uma alternativa, outra opção que o Branco testa e que pode acabar dando certo.

Uma coisa que os jogadores alvinegros têm que fazer é chutar ao gol do Criciúma, até porque o Andrey - se realmente o goleiro for o Andrey -, costuma entregar a rapadura em chutes de fora da área. Debaixo das traves ele até que é bom, mas em compensação nos chutes longos ele acaba se atrapalhando.

Não será um jogo fácil, absolutamente. O estádio Heriberto Hulse estará cheio, muita pressão para cima do Figueirense, normal quando os times enfrentam o alvinegro em seus domínios, porém eu confio num resultado positivo nessa noite. Aliás, confio não apenas num resultado positivo, e sim numa bela vitória para cima deles.

Volto a repetir aquilo que eu sempre falei aqui no blog: Quem tem que se preocupar com algo não é o Figueirense, mas seus adversários, no caso, o Criciúma. Se bobearem, acharem que pelo fato de jogar em casa vencerão a qualquer momento, vão acabar é caindo do galho, pois do outro lado tem um time que sabe aproveitar muito bem as oportunidades que lhes são dadas.

terça-feira, 27 de março de 2012

Poupar ou não poupar, eis a questão


O Figueirense tem dois grandes jogos pela frente, os quais certamente definirão o futuro do time no segundo turno da competição; contra o Criciúma, fora de casa, e contra o time do mangue, no Scarpelli.

Para este jogo diante do time da cidade do carvão, o Figueirense vai entrar em campo com oito jogadores pendurados com dois cartões amarelos; Wilson, Pablo, Canuto, João Paulo, Túlio, Doriva, Ygor e Roni, ou seja, praticamente um time inteiro que pode acabar ficando de fora do clássico de domingo que vem.

Só que aí eu lhes faço a seguinte pergunta: O Branco deveria focar, dar atenção especial ao jogo contra o Criciúma ou ao jogo contra o leão banguela?

Não há como negar que é uma decisão muito difícil de ser tomada. Se eu fosse o Branco, entretanto, não "pouparia" ninguém contra o Criciúma. Entraria em campo com todos os jogadores considerados titulares, independentemente se esse ou aquele jogador está pendurado. Por mais importante que seja o clássico, o jogo para vencer é esse, contra o Criciúma, na próxima rodada. Se trouxermos os três pontos de lá tenho certeza que venceremos o clássico no Scarpelli e levaremos o título do returno.

Outra coisa que tem que ser levada em consideração é que o Figueirense tem um elenco qualificado. Se porventura um jogador levar o terceiro cartão amarelo, e consequentemente for suspenso, outro tão bom quanto ele vai entrar no seu lugar e dar conta do recado. Pelo menos é assim que as coisas vêm acontecendo.

A minha maior preocupação está no gol. O Wilson não pode levar o terceiro cartão amarelo contra o Criciúma. É o único jogador, que no meu ponto de vista, faria uma enorme falta ao Figueirense no clássico. Isso, claro, se levar o terceiro cartão amarelo na próxima rodada.

Prevejo um jogo daqueles em Criciúma. Casa cheia, pressão para cima do árbitro, time da cidade do carvão partindo para cima do Figueirense... Mas eu acredito numa vitória, até porque faz um tempinho que não vencemos lá. Está mais do que na hora de quebrar esse tabu e voltar com os três pontos na bagagem.

Arbitragem sob suspeita

Ontem o site da Federação Catarinense de Futebol, que é outro daqueles do mesmo nível do site do Figueirense, ou seja, uma verdadeira porcaria, lançou as súmulas dos jogos da última rodada do campeonato catarinense e, como de costume, fui dar uma olha na súmula da partida que envolvia o Figueirense, neste caso, contra a Chapecoense.

O senhor José Acácio da Rocha aprontou mais uma, e desta vez "atacou" o Figueirense colocando na súmula que, na saída para os vestiários, no intervalo do jogo, os torcedores alvinegros arremessaram contra o trio de arbitragem pedras de gelo, as quais acabaram batendo nos escudos de proteção dos policiais que os protegiam.

O primeiro ponto que tem que ser levantado são as pedras de gelo. Eu, que vou há muito, mas há muito tempo no Scarpelli, nunca comprei um refrigerante ou qualquer coisa líquida que continha pedras de gelo. Meio estranho o relato do árbitro na súmula da partida.

Segundo, e no meu ponto de vista o principal, a arbitragem do senhor José Acácio da Rocha está sob suspeita desde o momento em que ele disse, lá em Chapecó, ou a uma rádio de Chapecó, no dia do jogo da Chapecoense pela Copa do Brasil, que iria apitar o jogo de domingo, aqui em Florianópolis, antes mesmo de ser realizado o sorteio para definir os árbitros que apitariam naquela rodada.

Essa é uma questão que deve ser tratada com a devida atenção: Como é que um árbitro sabe, afirma e tem certeza que vai apitar um determinado jogo antes mesmo que se proceda o sorteio da arbitragem? No mínimo estranho, para não dizer outra coisa, até porque ninguém sabe ao certo o que ele quis dizer com isso. Intuição da parte dele evidentemente que não foi.

O presidente da FCF, durante o sorteio dos árbitros da próxima rodada, lá na sede em Balneário Camboriú, falou de tudo um pouco, disse até que o José Acácio da Rocha estava num tarde/noite infeliz, que acontece apitar mal, ninguém é infalível etc. Além disso, afastou os comentários suspeitos sobre os sorteios dos árbitros, colocou o nível da arbitragem catarinense lá em cima, mas em nenhum momento disse uma vírgula sequer sobre a declaração do referido árbitro para o pessoal de uma rádio de Chapecó. Aliás, durante o discurso efusivo do Delfim, toda a corja em sua volta ria, achava graça do que ele falava.

Uma coisa que deveria ser feita é um relatório das arbitragens, uma espécie de súmula daquilo que ele faz, ou deixa de fazer, em todos os jogos. No caso do senhor José Acácio da Rocha, por exemplo, o cara diz que vai apitar o jogo antes do sorteio, "coincidentemente" é escolhido (sorteado) para aquele jogo, apita mal, faz o que faz dentro de campo, consegue desagradar as duas equipes, carrega na súmula contra o time da casa e tudo fica por isso mesmo?

Não é de hoje que o senhor José Acácio da Rocha apronta para cima do Figueirense. Suas arbitragens são extremamente tendenciosas, e na maioria das vezes prejudicam demasiadamente o alvinegro.

Acho que a diretoria do Figueirense deveria tomar uma atitude séria contra este árbitro antes que ele consiga fazer algo ainda mais grave do que ele já fez ao clube. E o Tribunal de Justiça Desportiva de nosso Estado que o convoque, numa sessão como outra qualquer, para dar maiores explicações sobre àquilo que ele disse a uma rádio de Chapecó. Não se pode deixar barato não.

segunda-feira, 26 de março de 2012

O câncer do futebol catarinense tem um nome: Arbitragem


Os piores árbitros do futebol brasileiro são, infelizmente, os árbitros de Santa Catarina. É uma pena dizer, afirmar algo assim, mas essa é a nossa realidade. Não há uma alma penada do quadro de arbitragem de nosso Estado que tenha condições de apitar um jogo de série D do campeonato brasileiro. Todos, repito, todos são, no mínimo, muito ruins.

Quando o presidente da federação catarinense de futebol diz que o principal árbitro de Santa Catarina é nada mais, nada menos do que Célio Amorim, aspirante à FIFA, é sinal de que as coisas não andam nada bem.

Quem foi ao Scarpelli ontem viu e teve o desprazer de conferir de perto mais uma péssima arbitragem de uma partida oficial do campeonato catarinense, a qual foi comandada pelo horroroso, medonho e medíocre árbitro José Acácio da Rocha. É importante salientar que não estou falando dele como pessoa, não o conheço, falo dele como árbitro, cuja responsabilidade é enorme num jogo de futebol.

Ele (Zé Acácio) pode ser uma boa pessoa, gente fina, trabalhador, pai de família exemplar, filho, irmão, grande caráter etc, mas como árbitro de futebol é um dos piores que eu já vi em toda a minha vida. Não tem um jogo em que ele apita e que não dá rolo, da mesma forma que acontece com Célio Amorim, Jefferson Schmidt e mais uma penca que envergonham a arbitragem catarinense.

Contra o Metropolitano o Sandro deu um carrinho na bola, só na bola, apenas na bola, tocou levemente no atacante adversário, o árbitro deu falta (pênalti) e ainda por cima não pensou duas vezes em expulsar o zagueiro do Figueirense; já na partida de ontem aos cinco minutos o zagueiro da Chapecoense dá uma entrada desnecessária no Héber - repito o que eu falei anteriormente: ele não foi violento, mas extremamente imprudente -, quebra a perna dele, o árbitro não marca a falta, dá lateral e depois confessa ao Wilson que perdeu o time do lance.

Como assim? Que critério é esse? E o bandeirinha, que viu o lance nos cornos dele e não fez absolutamente nada? E aí Federação Catarinense de Futebol, quem é que vai arcar com as despesas do tratamento do Héber? Por acaso vocês terão a cara de pau de colocar esse senhor no "sorteio" de arbitragem da próxima rodada do campeonato?

Arbitragem de MERDA! É a única coisa, o único assunto que faz unir os torcedores, dirigentes e jogadores de todos os times, e até mesmo a imprensa. Ninguém aguenta mais esse bando de despreparados, que não têm a mínima condição de apitar um jogo de futebol profissional.