quarta-feira, 15 de maio de 2013

Reforços não empolgaram o torcedor


Tirando a possibilidade contratação do atacante Zé Carlos, nenhum reforço anunciado pelo Figueirense empolgou o torcedor alvinegro. Bem diferente do que o presidente havia prometido, até o presente momento trouxeram mais "apostas" do que "realidades". De todos os contratados, o único titular de verdade tende a ser o Rafael Costa. Não acredito, sinceramente, que Willian, Hildo, Rennan Oliveira, Pablo ou Jean Carlos apareçam no time principal.

O Figueirense precisa, urgentemente, de jogadores que cheguem num dia e no outro estejam em campo, como titulares; contratações de impacto, reforços de peso, no estilo Zé Carlos. Não se pode fazer mais apostas num time que ainda está em formação, principalmente porque a chance delas não darem certo são enormes. O Campeonato Catarinense provou isso.

Não adianta pedir o apoio do torcedor, sem que haja a contrapartida por parte dos dirigentes. Não há quem se empolgue com a chegada dos jogadores citados anteriormente, por mais apaixonado que seja ao clube. A provável contratação do Zé Carlos, por exemplo, agitou muito mais o ambiente do que o anúncio de cinco ou seis reforços.

terça-feira, 14 de maio de 2013

Praticamente acertado


Jean Carlos, Rafael Costa, Pablo e, quem sabe, Zé Carlos: quatro contratações (se a do Zé Carlos realmente for confirmada) para o ataque, porém, a principal delas, o tal camisa 10, o cara que os colocará diante dos goleiros adversários, tão aguardada por todos, ainda não foi anunciada. Não adianta ter um monte de carros na garagem, se não há dinheiro para colocar combustível neles.

E por falar em Zé Carlos, além de goleador, trata-se de um jogador com personalidade forte, controversa, que algumas vezes extrapola as quatro linhas. Aprontou várias quando passou pela cidade do carvão. Entretanto, independentemente dos problemas que ele pode causar por aqui, há muito tempo falo que faltam jogadores deste tipo no Figueirense. Chega de jogador boca mole e amiguinho. Cansamos de perder jogos importantes e, inclusive, campeonatos, por causa dessa mania de ser bonzinho com todo mundo.

O que uma pessoa faz ou deixa de fazer fora dos gramados é irrelevante. Em 2005 tivemos um grande exemplo, talvez  "pior" que o Zé Carlos, no caso, Edmundo. Jogador mais problemático do que esse jamais existiu. Por aqui, ao contrário do que 100% das pessoas imaginavam, ele foi bem, arrebentou, jogou muita bola e ajudou o Figueirense a se livrar do rebaixamento. Lembro que na época ninguém se preocupava com a vida pessoal dele, pois dentro de campo o Animal resolvia.

Zé Carlos, Zé do Gol, Zé do Cuspe, Zé do Rolo, Zé da Confusão... Será que pode dar certo?

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Novidades no Figueirense

Fazia tempo que não via um final de semana tão tranquilo no futebol catarinense. Nem parecia que dois times estavam disputando o título do campeonato, tanto é que a maioria das pessoas provavelmente devem ter preferido assistir as decisões entre Corinthians e Santos, Atlético/PR e Coritiba, Atlético/MG e Cruzeiro...

Sobre o Figueirense, especificamente, a novidade do dia no Scarpelli foi a dispensa de mais três jogadores: Jackson, Felipe Nunes e Eliomar. Os três, agora, se juntam a Helder, Peter, Talhetti, Diogo Dolem, Leozinho e Héber, liberados sexta-feira passada pelo clube.

Felipe Nunes e Eliomar deveriam ter ido embora na primeira barca. Não entendi, apenas, o motivo da dispensa do Jackson. Quer dizer, dá para entender, sim! Ele foi dispensado porque é um dos últimos jogadores do elenco agenciados/empresariados pelo Eduardo Uram, ex-todo poderoso do Figueirense, escorraçado do clube pelo atual presidente. Bom volante, um dos únicos destaques do time no ano passado, prata da casa, mandaram-no embora por este motivo imbecil, para acabar ficando com os "excelentes" Ronaldo Tres e Nem. É mole?

Outra bomba é um possível acerto com o atacante Zé Carlos, ex-Cri"ciúme", que atualmente se encontra no futebol chinês. O jornalista Rodrigo Faraco é o autor da informação.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Esperando a caneta cheia do presidente começar a funcionar


Notícia publicada no mês de novembro do ano passado: Presidente do Figueirense promete caneta cheia para montar elenco.

Os dirigentes - responsáveis pela contratação de jogadores, cujo grande mentor é o presidente Wilfredo - jogaram seis meses na lata do lixo, pois não tiveram a capacidade de montar um time competitivo. O que eles conseguiram, na verdade, foi torrar ainda mais a paciência do torcedor alvinegro com esse timinho, provavelmente um dos piores do Figueirense nos últimos anos.

Cadê a caneta cheia? Cadê o time de série A? Antes que me chamem de corneteiro, cumpre ressaltar que estas cobranças, justíssimas, diga-se de passagem, estão feitas em razão das promessas ditas pelo presidente. Ninguém está cobrando uma vírgula a mais do que ele (presidente) havia prometido. A situação nos preocupa, pois estamos a pouco mais de duas semanas para o início da série B e, infelizmente, o time do Figueirense é uma tremenda incógnita.

Aliás, por falar na série B, já repararam a procedência dos jogadores que estão sendo contratados? Nada contra, muito pelo contrário, mas "reforçar" o Figueirense com jogadores do Ibirama, do Lajeadense e do Mogi Mirim é zombar com a boa vontade do torcedor. Espero, torço e rezo para que as minhas previsões, que não são nada boas, estejam totalmente erradas.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Jogo, time, tudo horrível


Será que o presidente do Figueirense, aquele mesmo que no final do ano passado prometeu de pés juntos que não pouparia esforços (dinheiro) para montar um time de série A, assistiu o jogo contra o Arapongas? Não é por nada não, mas eu duvido que ele tenha ficado 90 minutos à frente de um televisor acompanhando o time do clube que ele preside.

Este é um dos piores times que o Figueirense montou nos últimos anos. Falta de tudo um pouco: qualidade, técnica, vontade, condicionamento físico... Por muito pouco não saíamos de campo derrotados para o inexpressível Arapongas, time do interior do Paraná, que não conseguiu a proeza de se classificar para a série D do Campeonato Brasileiro.

A partida que o Figueirense fez foi horrível, sofrível de se assistir, uma lástima. Um amontoado de jogadores, tocando a bola de um lado para o outro, sem nenhuma objetividade. Ao final do jogo acabou levando pressão do poderoso Arapongas. Na verdade, deveria ter perdido, até porque, além de qualidade, algo que esses jogadores não têm é vergonha na cara. Ricardinho? André Rocha? Toscano? Meu Deus, onde é que vamos parar?

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Vamos ver no que vai dar


O que esperar do Figueirense contra o Arapongas? Não sei! O time (escalação) provavelmente será bem diferente daquele que começou o jogo contra a Chapecoense. Duas estreias confirmadas: o lateral-direito William Cordeiro e o atacante Rafael Costa. Além disso, o volante Tinga deve retornar à equipe, já que esteve de fora da partida lá em Chapecó. Sendo assim, provavelmente entraremos em campo com: Ricardo; William Cordeiro, Thiego, Douglas, Gerson Magrão; Jackson, Willian Magrão, Tinga, Maylson; Toscano e Rafael Costa.

A obrigação da vitória é do Figueirense, até porque o adversário é um clube que não está nem na série D do Campeonato Brasileiro. Temos que respeitá-los, evidentemente, porém, de forma alguma podemos voltar do Paraná com a obrigação de reverter uma desvantagem no Scarpelli. O problema é que com esses jogadores - que não costumam botar vontade na ponta das chuteiras - tudo pode acontecer.

Na verdade, mais do que este jogo válido pela Copa do Brasil, estou preocupado com aquilo que anda acontecendo nos bastidores, no que diz respeito às dispensas e, principalmente, contratações de jogadores. Pelo que andam falando por aí, as coisas não são nada boas. Aquele "time de série A", que o presidente havia prometido, não deve passar de uma promessa furada.

terça-feira, 7 de maio de 2013

O Figueirense de hoje não nos representa


A frase que eu mais ouço e/ou leio dos dirigentes do Figueirense nos últimos meses é: "Neste momento precisamos muito do apoio do torcedor alvinegro".

Do que adianta requerer o apoio do torcedor, baixar o preço dos ingressos, pedir para que os mesmos compareçam nos jogos em casa, se associem, paguem em dia as mensalidades, adquiram os produtos oficiais do clube, se fora de campo os dirigentes repetem os mesmos erros de sempre, fazem novamente péssimas contratações e, por conseguinte, armam um elenco fraquíssimo? Aí nem o mais fanático torcedor aguenta.

Ver um bando de jogadores fracos vestindo a camisa do Figueirense é o de menos, até porque já vi um monte de perebas, que pelo menos tinham um pouco de vontade. O pior de tudo, mesmo, é ver um bando de jogadores fracos, sem demonstrar um pingo de vontade durante uma partida de futebol. Tomar gols aos 10 segundos e outro aos 4 minutos, em duas partidas diferentes, é uma tremenda falta de respeito à instituição e, principalmente, aos torcedores.

Mas os grandes culpados não são os jogadores, e sim os dirigentes, os gênios, os responsáveis pela contratação desse pessoal. E por onde anda o "time de série A" que o senhor prometeu e disse em alto e bom som que iria montar, presidente Wilfredo? Gutti, André Rocha, Peter, Hélder (fenômeno), Nem, Ronaldo Tres, Felipe Nunes, Talhetti, Eliomar, Ricardinho e Leozinho são os jogadores, do "time de série A", que o senhor havia prometido contratar?

Saudades do tempo que tínhamos Carlinhos, na zaga; Pedro Aruba, na lateral-direita; Perivaldo, no meio; Genilson, no ataque...

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Aos trancos e barrancos, vamos com o que temos à disposição


Saci e Tinga serão dois desfalques consideráveis para este jogo de domingo. Face o elenco que temos atualmente, ambos são titulares absolutos da equipe. Tinga, aliás, foi o principal jogador do Figueirense na primeira partida. Sem a presença dele perdemos consideravelmente nas saídas de bola e nas jogadas pela ala direita. Com isso, vamos de André Rocha na lateral (oremos) e Maylson no meio.

O que antes era uma hipótese, depois do treino de ontem no meu ponto de vista passou a ser realidade: é bem provável, praticamente certo que o Figueirense começará o jogo com três atacantes. Já que não temos um jogador no meio que chame a responsabilidade para si, que seja o comandante da equipe na armação das jogadas, o cara do último passe, o negócio é realmente entrar em campo com mais gente no ataque.

A Chapecoense vai jogar fechada, na retranca, com o regulamento debaixo dos braços. Estão com medo, tanto é que vão colocar quatro zagueiros para nos enfrentar. Espero, apenas, que os comandados do Adilson não se apavorem e joguem com tranquilidade, porém, ao mesmo tempo, que sejam incisivos e tomem logo de cara a iniciativa da partida.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Três atacantes contra a Chapecoense


O Adilson acenou com a hipótese de começar a partida contra a Chapecoense com três atacantes, já que no treino de ontem armou o time com Toscano, Ricardinho e Eliomar no ataque. Particularmente, prefiro o Danilinho ao invés do Eliomar, mas de qualquer forma a mexida na equipe é um bom sinal, um avanço, até porque o Figueirense tem que entrar em campo com uma postura mais agressiva (ofensiva), pois o único resultado que nos coloca na final do campeonato é a vitória.

Conforme comentário que eu fiz numa postagem anterior, mesmo jogando em casa, duvido que a Chapecoense parta para cima do Figueirense, ainda mais tendo a vantagem do empate a seu favor. O comportamento deles certamente seria diferente se tivéssemos vencido no Scarpelli, tanto é que, segundo consta, ao que parece eles começarão o jogo com quatro zagueiros no time titular.

Além disso, espero que o Douglas e, acima de tudo, o Saci se recuperem até domingo. Tratam-se de dois jogadores fundamentais, que fizeram muita falta sábado passado: o Douglas, pela qualidade e liderança; o Saci, pelas boas atuações que vinha tendo.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Os fantasmas das lesões


O principal adversário do Figueirense não é a Chapecoense, é o Exu Lesão, um ente diabólico, filho da mãe, que reside no Orlando Scarpelli há muito tempo. Entra ano, sai ano; entra jogador, sai jogador; entra treinador, sai treinador; entra preparador físico, sai preparador físico; mesmo assim, as lesões não acabam, pelo contrário, duplicam, triplicam, quadruplicam...

É incrível, chega a ser sofrível, deprimente e horripilante o número de jogadores que se lesionam no Figueirense. Não são dois, três ou quatro; É O ELENCO TODO! Do jeito que as coisas andam, daqui a pouco até o Adilson vai acabar sentindo uma lesão, que o tirará do banco de reservas do jogo do próximo domingo: "Dormindo, treinador do Figueirense sente lesão no dedão do pé e é vetado da semifinal contra a Chapecoense". Eu não duvido!

Essas lesões não são normais, muito embora seja um problema bem antigo, que deve ser resolvido o quanto antes. Não podemos se dar mal em outro campeonato por causa disso. Nossos adversários têm que ser os times, não os problemas físicos. Muitas coisas têm que ser revistas, antes que o maior prejudicado seja, novamente, o Figueirense.