quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Lá se foi janeiro e nada da Arena


A foto acima é do novo Estádio Independência, do América/MG.

Em dezembro de 2008, o Governo de Minas Gerais anunciou a reforma no estádio em um convênio celebrado com o América, que transfere a administração do estádio para Ademg por 20 anos. O investimento inicial anunciado foi de 13 milhões de reais por parte do governo do estado e 31 milhões do governo federal. Em agosto de 2009 o Conselho do Meio Ambiente de Belo Horizonte concedeu a licença ambiental para a reforma.

As obras de reforma tiveram início em 22 de janeiro de 2010, com quase um ano de atraso. A data de entrega da obra, que deveria ser até setembro de 2010, também foi alterada, passando para março de 2011. Todo o estádio foi demolido, com exceção dos vestiários.

Em 25 de novembro de 2010, foram firmados os primeiros pilares do estádio. O custo da obra aumentou para 70 milhões de reais. Em 2011, problemas do financiamento - com o orçamento inflado para 125 milhões de reais - começaram a ser resolvidos, e a reinauguração está prevista para dezembro de 2011 (Foi adiada para 2012). O estádio teria capacidade para 25 mil torcedores, entretanto, o número foi reduzido para 23.950 lugares. (Fonte)

Enquanto isso, a nossa Arena continua sem sair do papel. E lá se foi o mês de janeiro...

Figueirense x Metropolitano (02/02/2012)


Amanhã o Figueirense enfrentará o Metropolitano pela 4ª rodada do Campeonato Catarinense, porém desta vez a mesma escalação das três primeiras rodadas não será repetida. O lateral-direito Pablo sofreu uma contratura na coxa e com isso não jogará contra o time de Blumenau.

Branco, por sua vez, optou pelo lateral-direito de origem Léo para entrar na vaga de Pablo, contrariando o que eu imaginava que ele iria fazer, ou seja, improvisar o volante/lateral/meia/atacante/craque do Jorginho/Severino quebra galho Couto, vulgo Coutinho. 

Sendo assim, o time titular que entrará em campo será: Wilson; Léo , João Paulo, Fred e Hélder; Ygor, Túlio, Doriva e Luiz Fernando; Aloísio e Júlio César.

O meia Roni, que tinha tudo para fazer sua estreia pelo Figueirense, inclusive estava entre os relacionados do jogo, infelizmente não vai jogar porque os dirigentes alvinegros ainda não "tiveram tempo" para resolver e regularizar a situação contratual dele. Que novela!

Aos poucos vê-se que o leque de opções do Branco vai aumentando a cada rodada. Contra o Joinville foi o Niell e contra o Metropolitano era para ter sido o Roni; ainda há muitos jogadores para estrear: Saldívar, Canuto, Guilherme Santos, Toró, Pittoni (W Two), Jean Deretti, Botti e Fernandes.

Com relação ao jogo não podemos esperar outro resultado senão uma vitória do Figueirense. Caso contrário, como falei nesta semana aqui no blog, a conquista do primeiro turno ficará bastante distante, praticamente descartada. Na tabela de classificação o Metropolitano aparece à nossa frente, com seis pontos conquistados.

Todavia, jogando em casa, diante do seu torcedor, com todo respeito ao time blumenauense é inadmissível que o Alvinegro deixe de conquistar os três pontos.

Ela está voltando


Viva o retorno da comercialização da cerveja dentro dos estádios de futebol. A cerveja nunca cometeu nada contra ninguém, o problema está na mentalidade criminosa das pessoas. O Estado não nos oferece segurança e não pune quem pratica violência, mas a culpa é da cerveja? 

Vão dormir, bando de hipócritas!

Não acreditem no que eles falam

A croniqueta esportiva da nossa cidade, mais precisamente o pessoal que trabalha para os gaudérios, nos altos do Morro da Cruz, pela enésima vez vem com esse papo de que "os torcedores do Figueirense já questionam à titularidade desse ou daquele jogador no início da temporada". Neste caso, especificamente, em relação ao Júlio César.

Eu sinceramente gostaria de saber da onde é que esse pessoal, como sempre encabeçado pelo Sr. Spock, surge com esse papinho furado de torcedores do Figueirense isso, torcedores do Figueirense aquilo. Os caras ouvem a opinião de dois ou três torcedores, geralmente amiguinhos deles de longa data, e de imediato aproveitam o ensejo para dizer, afirmar e cravar que a torcida do Figueirense etc, etc.

Um grupo de cinco torcedores vaiam o time do Figueirense nas sociais do Scarpelli e no dia seguinte o Sr. Spock enfatiza em sua coluna no jornal Diário Cataruchoense, na rádio ou na televisão que a torcida do Figueirense vaiou o time desde o primeiro minuto de jogo. É de praxe, uma questão, digamos, protocolar. Não há uma vez sequer em que ele deixa de fazer este tipo de comentário hipócrita e, acima de tudo, mentiroso. E o problema, certamente o maior de todos, é que as pessoas que estão ao seu redor acabam sendo influenciadas com tamanhas besteiras que ele diz sobre a nossa torcida.

Em cinco anos eu nunca vi ou ouvi o Wilson ser questionado pelos torcedores do Figueirense em um jogo no Scarpelli, mas quando a opinião de um torcedor insatisfeito chega às enormes orelhas do Sr. Spock a opinião deste único torcedor acaba por se tornar a opinião de todos os torcedores alvinegros. Já reparam nisso?

Outra coisa que eu não consigo entender, de repente um otorrinolaringologista poderia me ajudar, como é que um cara que fica o jogo inteiro com um fone no ouvido consegue ouvir as vaias dos torcedores? Olha que não estou falando de um fone comum, daqueles simples que temos para ouvir músicas do nosso celular, e sim de um fone profissional, que serve para isolar totalmente os ruídos externos à transmissão. Sabemos muito bem que as orelhas do Sr. Spock são gigantescas, porém não sei se a esta altura do campeonato elas ainda conseguem captar tantas vaias assim.

Mas enfim, muito embora esta pegação no pé não seja novidade para mim e também para vocês, apenas fiz questão de escrever sobre este assunto pelo fato deles terem começado a pegar no pé dos torcedores do Figueirense muito cedo. Lá na Ressaqueda, por exemplo, no intervalo dos dois jogos que o leão banguela fez em casa, em ambas oportunidades o time saiu de campo vaiado, todavia, até o presente momento não ouvi ninguém abrindo a boca para criticar os torcedores sofredores do azulino.

Como eu costumo dizer: Não acreditem em nada do que eles falam, até porque por trás daquilo que eles expressão existem muitos interesses alheios ao nosso conhecimento.

A "Penalt" é um(a)...


Complete o título da postagem após analisar a foto acima: A Penalt é um(a)...

Esta é a minha singela homenagem à fornecedora de materiais esportivos do Figueirense, a Penalt. Clique aqui e entenda o caso. Não se surpreenda se você comprar uma camisa do Figueirense pela internet e dias depois chegar na sua casa um exemplar semelhante a este.

Outra coisa: Por acaso o Branco continua usando as calças da Fila?

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Parabéns, Wilson!


Hoje, dia 31/01/2012, um dos maiores jogadores da história do Figueirense - talvez para uns, mas para mim o maior goleiro de todos -, está completando 28 anos de vida. 

Exemplo a ser seguido, imenso caráter e tremendo ser humano, depois de cinco anos ininterruptos como titular absoluto da camisa nº 1, acredito que Wilson esteja beirando a marca dos 350 jogos como jogador do Alvinegro. Em breve, muito em breve, se tudo correr naturalmente, Wilson se tornará o jogador com o maior número de jogos com a camisa do Figueirense.

Gostaria de estar presente no estádio, de preferência no Scarpelli, tendo o prazer de comemorar junto com os torcedores alvinegros o dia em que esta marca for atingida por ele, da mesma forma como aconteceu no dia em que o Fernandes marcou o seu centésimo gol pelo Figueirense, se tornando com isso o maior artilheiro da história do clube.

Parabéns, Wilson!

Ele vai jogar?


Olelê, olalá, Coutinho vem aí e o bicho vai pegar?

Couto, o Coutooooooooooooooooooo...

"Problemas" normais de todo início de temporada

As duas principais reclamações que 99,99% dos treinadores fazem no início de temporada é a falta de condicionamento físico de seus atletas e a falta de entrosamento de suas equipes.

A falta de condicionamento físico é natural, haja vista que nas férias os atletas dificilmente se exercitam e normalmente passam um pouco da conta na comida, na bebida, nas festas etc. E convenhamos que isso não é nada demais. Afinal, é um direito que todo jogador tem, assim como eu, você ou qualquer pessoa que se considere "normal". Por outro lado, a consequência é que nos seus retornos das férias, dependendo daquilo que foi feito durante o período de descanso, alguns jogadores acabam se condicionam com mais facilidade e rapidez, enquanto outros levam um pouco mais de tempo.

Já a falta de entrosamento é talvez o menor de todos os problemas, a não ser que todo time seja reformulado. Quando um ou outro jogador sai, e por conseguinte chega, a falta de condicionamento físico acaba sendo compensada com o entrosamento dos atletas, o que aparentemente vem demonstrando ser o caso do Figueirense.

Apesar do desmanche ocorrido ao final do ano passado, onde os principais jogadores do time titular acabaram partindo para outros clubes do Brasil e até mesmo do exterior, o que deve ser levado em consideração é que uma base foi mantida. Nos três primeiros jogos, Branco colocou em campo exatemente o mesmo time. Não houve nenhuma alteração na equipe. Dos onze titulares, apenas três jogadores não faziam parte do elenco do Figueirense no ano passado: Fred, Doriva e Luiz Fernando. É bem verdade que João Paulo, Pablo, Hélder e Aloísio eram reservas da equipe, mas com contrapartida treinavam uns com os outros todos os dias e de vez em quando atuavam juntos no time principal, começando como titulares ou então durante o andamento das partidas.

Não sou especialista na área da educação física, porém acredito que a falta de entrosamento que o time do Figueirense demonstra algumas vezes durante os jogos na verdade não diz a falta de entrosamento em si, mas a falta de um preparo físico ideal de seus jogadores. Entenderam o que eu quis dizer? Alguns jogadores estão capengando no início desta temporada e o maior exemplo é o Júlio César.

Quando o Júlio César chegou, no ano passado, apesar da "falta de entrosamento" com a equipe o rendimento dele foi acima do esperado, não houve problemas à época. Agora, totalmente adaptado com a equipe, ao que parece o "problema" não é o entrosamento, mas a falta de um condicionamento físico ideal. Vejo o Júlio César meio paradão em campo, demorando um pouco para chegar nas bolas, bem diferente do que estamos acostumados Lembram como ele marcava a saída de bola dos times adversários?

Espero que o mesmo esteja acontecendo com a nossa dupla de zaga e com os nossos laterais. Não os acho ruins, pelo contrário. O Edson Silva também havia deixado uma má impressão em seu primeiro jogo com a camisa do Figueirense, no entanto, quando adquiriu a forma física ideal todos viram o quanto ele rendeu, chegando ao ponto de colocar no bando o então titular e capitão, João Paulo.

Melhor ter um time demorando um pouco para entrar em forma, adquirido-a gradativamente aos poucos, do que ter um time na ponta dos cascos na hora errada e com inúmeros jogadores afastados por causa de lesões musculares bem como aconteceu diversas vezes no ano passado.

O verdadeiro Time Master


O V-E-R-D-A-D-E-I-R-O Time Master do Figueirense, composto por ex-atletas que marcaram seus nomes na história do clube, esteve presente em campo neste domingo enfrentando o Time Master do Joinville numa partida preliminar que antecedeu o jogo entre Figueirense e Joinville pela terceira rodada do Campeonato Catarinense. (Fonte)

Os ex-jogadores do Figueirense que estiveram em campo foram Jurandir, André, Bruno, Ion, Norton, Hamilton, Gelásio, Coutinho, Petri, Sérgio Lopes, Balduíno, Marcos Cavalo, Luis Everton, Carlos Alberto, Sandro Ventura, Toninho Quintino, Albeneir, Anderson, Marcelinho e Marcelo Cruz.

Infelizmente o jogo não foi muito divulgado pelo Figueirense, com a mesma antecedência que é feita normalmente com o Manezinhos, time formado por advogados, profissionais liberais, chefes de estado, políticos, banqueiros etc, os quais se titulam Master do Figueirense. Uma notinha bem mequetrefe foi publicada no site oficial no mesmo dia da partida, e nada mais. 

Este é o tratamento que o Figueirense dá aos seus ex-atletas. Enquanto isso os verdadeiros alvinegros, muitos dos quais nunca jogaram profissionalmente em lugar algum e mal sabem amarrar uma chuteira, são tratados como ídolos sem nunca terem tido seus nomes ovacionados pelos torcedores como os ex-atletas citados no início do texto.

Até o presente momento nenhuma foto da partida entre os Times Master's do Alvinegro e do JEC foi postada no site do clube. Enquanto isso, no site do Joinville várias fotos foram publicadas. (Veja)

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Afirmação


Certamente 2012 tende a ser o ano da afirmação do Aloísio. A temporada começou muito bem para o atacante alvinegro. Em três rodadas ele já marcou quatro gols, sendo que os dois últimos foram verdadeiras obras primas. Será que o "Touro Bandido" repetirá a conquista pessoal que teve no ano passado, ou seja, ser artilheiro novamente do Campeonato Catarinense? Tomara que ele seja outra vez o artilheiro da competição e por conseguinte o Figueirense de uma vez por todas campeão.

Hoje, sem dúvida, Aloísio é o principal jogador da equipe. Não há ninguém jogando nem metade do que ele vem jogando. Além de fazer gols, Aloísio está sendo eficiente também nas assistências. Se eu não me engano já foram duas: uma para o Júlio César contra o Marcílio e outra para o Luiz Fernando neste último jogo contra o Joinville. Nem parece que o time está no início de temporada.

Gosto muito do Aloísio, e por isso acho que cometeram uma grande injustiça com ele em virtude daquele pênalti desperdiçado contra o Flamengo, ainda no Brasileirão do ano passado. Não foi por causa deste lance que o Figueirense deixou de se classificar à Libertadores, longe disso.

O Aloísio me faz lembrar bastante do Aldrovani, atacante que marcou seu nome no Figueirense no início dos anos 2000 fazendo muitos gols e jogando com muita raça. Lembram da dupla Genial (Genilson e Aldrovani)?

Enfim, sucesso e muita sorte ao Aloísio. Ele merece! No final, quem vai sair ganhando é o Figueirense.

Agora é tiro curto

A fórmula de disputa do Campeonato Catarinense deste ano mudou - agora o campeão de cada turno se define pelos pontos corridos -, e o Figueirense parece não ter se ligado disso ainda.

Se terminasse hoje o campeão do primeiro turno seria a Chapecoense, por ter sido o time que mais pontuou nas três primeiras rodadas. Estamos quatro pontos atrás deles, muitos pontos por se tratar de uma competição de tiro curto. Para nos tornarnos campeões não dependemos mais de si, até porque mesmo se vencermos o confronto direto que temos com o time do Oeste permanecemos um ponto atrás deles.

Pode ser um exagero da minha aprte pensar nisso com apenas três rodadas disputadas, mas como eu falei anteriormente a disputa de turnos neste ano é rápida, e consequentemente as chances de ser campeão diminuiram bastante.

Faltam apenas seis jogos para o primeiro turno terminar. Ficar empatando os jogos não é nada bom, pelo contrário. Antes perder um jogo e vencer outro do que empatar dois. Se o Figueirense tivesse perdido do Joinville e ganho do Ibirama não estaríamos mais invictos, porém teríamos um ponto a mais (seis) e um ponto a menos (três) em relação ao líder.

O próximo jogo do Figueirense é quinta-feira contra o Metropolitano, no Scarpelli. É vencer ou vencer, caso contrário adeus primeiro turno. Qualquer resultado que não seja uma vitória nos tirará da disputa do turno.

Confesso estar um pouco decepcionado com os dois últimos resultados da equipe. Esperava que o time rendesse um pouco acima do que foi apresentado. Temos um time lutador e brigador, disso não podemos reclamar. Nas vezes em que estivemos em desvantagem nossos jogadores não esmoreceram e conseguiram pelo menos um empate. O problema é que o Figueirense é o Figueirense e quem tem que reverter desvantagens no placar não somos nós, e sim nossos adversários. Temos que nos impor, seja qual for o adversário.

Vale lembrar que após o jogo da próxima rodada teremos uma sequência duríssima contra Chapecoense, Criciúma e time do mangue.

Ótimo jogador


Há pelo menos umas três temporadas o Joinville tem um lateral que chama atenção e se destaca em todos os jogos deles contra nós. Contra nós ou contra qualquer adversário, diga-se de passagem. O nome dele é Eduardo, lateral-direito de 25 anos, que também atua como lateral-esquerdo.

Versátil, rápido e muito habilidoso (não estou falando do Dudu, el matador), Eduardo é um jogador que eu gostaria muito que atuasse pelo Figueirense. Não sei a situação contratual dele com o time da cidade do balé, mas certamente não se trata de um jogador caro. Isso sem contar que estamos em um patamar muito, mas muito acima do time do interior do Estado. Se um dia "investimos" em um tal de Fernando Gabriel, por que não investir de verdade num cara desses? Daqui a pouco o Eduardo aparece no São Paulo, arrebenta e nós ficamos por aqui a ver navios.

Guardada as devidas proporções, certa vez teve um lateralzinho chamado Ramires que se destacou num Campeonato Catarinense pelo Joinville e acabou sendo contrato a preço de banana pelo Cruzeiro. Lá em Minas ele se destacou ainda mais. Negociado com o Benfica por cerca de 8 milhões de euros, foi convocado à seleção brasileira para disputar a Copa do Mundo da África. Na seleção também se destacou e do Benfica foi para o poderoso Chelsea por mais de 20 milhões de euros. Hoje no Chelsea, Ramires é titular absoluto do time e vale no mínimo o dobro do que foi gasto por ele.

Aí eu pergunto: Investir no Eduardo não seria uma boa?

Eis a nossa realidade


Analisar o futebol do Pablo e do Hélder pensando em Bruno e Juninho chega a ser uma leviandade. O torcedor, e eu me incluo nessa, tem que pôr na cabeça que hoje nossa realidade é outra: Pablo e Hélder são os titulares, até segunda ordem.

Só que numa boa, vamos combinar uma coisa? Por favor, mas por favor mesmo, não me venham agora com aqueles "Quem era o fulano antes de vir para o Figueirense", "Quem era o sicrano até ontem", "Quem era esse", "Quem era aquele", "Vamos dar tempo ao tempo" etc, beleza? Uma coisa não tem nada a ver com a outra. Analisar o que está acontencendo é bem diferente do que analisar sobre algo que ainda não aconteceu.

Saldívar e Guilherme Santos, jogadores contratados para as laterais direita e esquerda, respectivamente, ainda não têm condições de sequer ficar no banco de reservas da equipe.

No que diz respeito ao primeiro, salvo melhor juízo, existe ainda a questão do visto de trabalho que não foi regularizada. Já Guilherme Santos continua treinando fisicamente (faz tempo, heim?) e com isso dificilmente estará à disposição do treinador na próxima rodada. E convenhamos, mesmo que estivessem liberados para este jogo, ou até mesmo para os próximos jogos, ambos não passam de duas incógnitas. Partciularmente eu nunca os vi jogar, e em virtude disso não posso esperar algo melhor do que vejo, ou deixei de ver, em Pablo e Hélder. Criar falsas expectativas de algo incerto aumentam as chances da ilusão ser maior no futuro.

Cumpre ressaltar que Pablo e Hélder não são ruins; são bons jogadores. O problema é que nestes três jogos eles não produziram absolutamente nada, e com isso à titularidade dos dois começa a ser colocada em xeque pelos torcedores, pela imprensa e talvez até mesmo pelo Branco. Torço para que eles produzam mais, rendam mais e joguem mais, pois eles sabem que podem fazer isso, até porque, do contrário, nunca mais voltarão a ser titulares da equipe. E o pior, ficarão queimados com os torcedores.

E que o Seu João Paulo e o Seu Fred também fiquem ligados, pois o rendimento deles não está muito superior àquilo que o Pablo e o Hélder estão apresentando.

Mais um empate

O Figueirense empatou mais uma no Campeonato Catarinense. Desta vez foi contra o time da cidade do balé, ontem na Arena em Joinville. Com o resultado agora o Alvinegro ocupa a 4ª posição na tabela de classificação com cinco pontos conquistados em três rodadas disputadas. "Conseguimos" o êxito de permitir que o time do mangue nos ultrapassasse. Credo!

Acerca dos fatos ocorridos na partida não tenho muito o que falar. Meus comentários serão bem superficiais, pois acompanhei apenas o que aconteceu na segunda etapa. E para falar a verdade não prestei muita atenção no jogo. Afinal, domingo, praia, sol e churrasco tiram um pouco da nossa concentração.

Quem diria: Outra vez o Figueirense foi salvo por um belíssimo gol de Aloísio. Assim como havia feito contra o Ibirama, novamente o Touro Bandido nos livrou de uma derrota. Além de fazer um golaço o atacante também se destacou por ter sido o principal nome do jogo, sendo ele, inclusive, o autor do passe para o Luiz Fernando abrir o placar no primeiro tempo. Fez gol, deu passe para outro, teve chances de fazer mais dois ou três e só não fez chover em Joinville por milagre.

E o Júlio César, heim? Fez aquele gol na primeira rodada e nada mais. Apagado contra o Ibirama e ontem apagado novamente. Lembram do que eu havia falado sobre ele à época do imbróglio que estava sendo sua renovação com o Figueirense? Cheguei a dizer que era melhor deixá-lo sair do que tê-lo por aqui desanimado. Espero e torço para que este marasmo esteja se dando em virtude do início da temporada.

Após o retorno do intervalo o time da casa empatou logo no início da segunda etapa, numa desatenção total do setor defensivo do Figueirense. Aliás, o pessoal que integra o setor defensivo da equipe começa a gerar um pouco de preocupação nos torcedores alvinegros.

Os laterais Pablo e Hélder eram reservas em 2011 e ao que parece voltarão para lá muito em breve. Substituir Bruno e Juninho realmente não é nada fácil; tarefa complicada, mas infelizmente ambos não estão estão rendendo nem o mínimo do que se esperava deles. Não apoiam, têm muita dificuldade na marcação e às vezes não sabem o que fazer com a bola nos pés. Hélder, então, nem se fala.

Já Fred e João Paulo não passam nem metade da confiança que tínhamos com Roger Carvalho e Edson Silva, por exemplo. O Fred é meio duro de cintura. Ele me lembra um pouco o Tiago Prado, aquele zagueiro que fez dupla com o Chicão. Já o João Paulo, que começou muito bem, a cada jogo vem se mostrando no máximo uma boa opção quando um dos titulares se machucar ou for suspenso. Depois que foi eleito o Muso do Catarinense o futebol dele meio que desapareceu.

Voltando ao jogo, o Joinville empatou e partiu para cima do Figueirense. Dito e feito! Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura: Após um cochilo total da nossa zaga o vovô Ramon, ele mesmo, teve tempo suficiente para dominar a bola, ligar para sua mãe, ir ao supermercado fazer compras, dar uma volta no shopping, girar sobre os marcadores e chutar livremente para o gol. Tudo isso praticamente na pequena área da equipe. Nem dois Wilson's conseguiriam defender aquele chute. Virada do JEC.

A sorte do Figueirense é que o Aloísio estava numa tarde inspirada. Se não fosse ele estaríamos até agora atrás do placar. Numa jogada individual dele, somente dele e de mais ninguém conseguimos empatar um jogo que eu imaginei que já teria ido para o brejo.

Apesar dos pesares, do males o menor. Empatar em Joinville não é um resultado de todo ruim, ainda mais quando se leva uma virada. É bem verdade que não conseguimos o mesmo que o poderoso Caboriú conseguiu, mas pelo menos não perdemos o jogo.

Depois de três rodadas chego a conclusão de que aquele placar de 5 a 0 jogo contra o Marcílio foi um mero acaso, coisas que acontecem quando você enfrenta o saco de pancadas da competição.

Branco terá muito o que trabalhar!

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Liberado


O atacante argentino Niell teve seu nome registrado no Boletim Informativo Diário (BID) nesta sexta-feira e agora está liberado para fazer sua estreia pelo Figueirense. (Fonte)

Veremos ele em campo diante do Joinville?

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